Depois que Willian foi embora estou sem ninguém e a partir de agora vou enviar contos falando das relações que estarei acabando de realizar. Este por exemplo, está acontecendo neste exato momento.
Estou aqui com Rodney (por motivos óbvios, é claro que esse não é o nome verdadeiro), um rapaz de 19 anos, branco, de corpo bem tratado e muito bonito e veio representando uma empresa que faz manutenção em computadores.
Rodney está ao meu chamado para solucionar um problema que tive na conexão da minha internet, coisa que resolveu apenas apertando um conector no modem depois me pediu para testar.
Fiquei de pé ao lado do lindo técnico e pedi pra entra neste site de contos. Ele leu com interesse os contos que indiquei “são contos gays!”. E ficou mais admirado quando assumi a autoria de vários contos “meu, você é bicha!?!? nem parece!”. Continuou a leitura, entretido e percebi o volume crescendo nas suas calças.
Ajoelhei ao seu lado e apalpei o volume “nossa! Isso vai explodir!”, abri o zíper e peguei o cacete duro “nossa!!! como é grosso!!.
Rodney afastou-se do computador, abriu o cinto, abaixou as calças até o chão e girou a cadeira ficando em minha frente. Entrei nas suas pernas e massageei a rola de glande rosada engolindo um ovo de cada vez e lambendo e beijando a vara desde a base até a cabeça.
Beijei a ponta da rola e lambi o caldinho gostoso que saia do buraquinho.
Rodney forçou minha cabeça contra seu colo e (com certa dificuldade devido à grossura de tora) o cacete escorregou pra dentro da minha boca e comecei o movimento de vaivém que levou o garoto às alturas “cara você chupa muito! é melhor que minha mina!”, se contorcendo na cadeira.
Enquanto Rodney fodia minha boca como se ela fosse uma buceta abri meu cinto e zíper me livrando das minhas calças atendendo aos anseios do meu cuzinho, levantei-me punhetando aquele pau gostoso e sentei na ponta estaca de carne de costas para Rodney que me segurando pelo quadril “senta gostosinho” e pedia “rebola na minha rola”.
Apesar do gel que me lubrificava tive que sentar mesmo devagar e sentindo a cabeçona me alargando e invadindo meu buraquinho apertado. Cada centímetro que entrava era como se rasgasse minhas carnes que sem pressa recebia o toco de Rodney. Cada movimento que eu fazia me sentia mais preenchido pela massa de carne e nervos de Rodney até me acomodar no colo macio e acomodar a pica grossa todo em mim.
Fiquei parado por um instante dando tempo para minhas preguinhas acostumarem com o diâmetro da pica intrusa depois comecei a subir e descer laceando e abrindo ainda mais meu anelzinho ardido.
Rodney gemia com o pau entrando e saindo de mim “aaaaaaahhhh! Que cú gostoso! Quero te foder em pé!.
Levantamos sem deixar o cacete sair do meu cuzinho, fiquei apoiado à mesa do computador com um pé sobre a cadeira e Rodney bombava alucinado me fazendo gozar descontroladamente.
Ele bombou mais dois minutos e me segurou firme pelo quadril “vou gozar! Quero gozar na sua boca, igual ao negrão, vem agora”.
E foi só o tempo de me virar e ajoelhar de boca aberta na mira da mangueira e o esguincho quente lavou minha cara acertando meus olhos e escorrendo caia na minha boca.
Lambi a cabeçona rosada deixando-a bem limpa e olhando nos olhos de Rodney dei-lhe um beijo que foi aceito com um pouco de resistência, mas entregou-se entreabrindo os lábios e sentindo o gosto delicioso do seu sêmen na minha língua “cara você é muito gostoso! vou querer de novo”.
Dei um sorriso como aprendi com Willian e dei-lhe esperança “você é muito grosso, mas quando não conseguir conectar eu te ligo”