Eu e meu esposo estáva-mos em um shopping passeando, quando anunciaram através do sistema de som, que a partir daquele momento uma loja de roupas femininas iria dar um desconto relâmpago de 50% em todo seu estoque.
Já que estava precisando fazer umas compras de peças íntimas e a promoção era tentadora, saímos correndo às pressas para a loja. Meu marido trajava uma camiseta regata, bermuda e tênis e eu uma blusinha decotada mostrando os seios deliciosos, uma saia curtinha jeans, mostrando o contorno da calcinha fio dental que estava toda dentro da minha bundinha. Entramos na loja, que a essa altura já estava lotada e enquanto eu escolhia as calcinhas e os sutiens, ele ficou na fila do provador guardando minha vez. Após meia hora, eu já tinha feito as compras e fui para fila do provador, onde meu marido me aguardava. Eu fiquei na frente dele e passamos a conversar juntinhos um com o outro, quando nesse momento começa um empurra empurra na fila, uns se apertando junto aos outros e não houve outra alternativa a não ser eu encaixar minha bunda na pomba do meu marido, que já estava dura feito um pau e ficar ralando com movimentos suaves para ninguém perceber. As pessoas começaram a reclamar da demora e eu lá, achando bom, pois a tesão já estava a mil e meu marido não parava de esfregar a pomba na minha bunda.
De repente, na fila ao lado houve um tumulto, chamando a atenção de todos para aquela direção. Então aproveitei que ninguém estava nos observando, de costas para o meu marido, botei a mão dentro da sua bermuda e comecei a apertar aquele caralho gostoso, e ele por sua vez, como quem não quer nada, botou a mão por baixo da minha saia, com o dedo indicador afastou minha calcinha de dentro da bunda e com o dedão começou a punhetar meu cuzinho, fazendo movimentos circulares em volta do seu esfíncter, em seguida enfiou o dedão dentro do meu cuzinho, fazendo movimentos de entra e sai, eu comecei a mexer com a bunda na direção do seu dedo e falei baixinho no seu ouvido para ele não parar pois estava muito gostoso.
Aquela situação me deixou altamente excitada e toda molhadinha e já no clima da safadeza ele colocou dois dedos dentro do meu cuzinho, aumentando a intensidade do tira e bota, eu quase fui a loucura com tanta tesão e continuei agarrando sua pomba, que a vontade era enfiá-la no meu cuzinho ali mesmo.
Nesse momento a convulsão foi diminuindo e acalmamos os ânimos de prazer. Mas continuei a ralar a bundinha na sua pomba gostosa até chegar a hora de entrar no provador. Entrei no provador e minutos depois chamei meu marido para ver se as peças íntimas tinham ficado boas. Quando ele estava olhando, de pomba dura, com a porta do provador entreaberta, escutei um estrondo no shopping e nesse momento falta luz na loja. Era tudo o que eu queria. Puxei meu marido para dentro do provador, tranquei a porta por dentro, tirei sua pomba para fora da bermuda e comecei a chupá-la e a punhetá-la ao mesmo tempo, ele começou a gemer dizendo que ia gozar, eu fiz um sinal para ele dizendo que queria que ele gozasse no meu cuzinho, ele me levantou, tirou minha calcinha de um puxão só – nossa que homem violento – arreganhou minha bunda com as mãos, meteu a língua lá dentro do meu cuzinho e começou a comê-lo de língua – foi a primeira vez que tinha sido comida de língua por trás – fui a loucura, nunca tinha sentido tanta tesão na minha vida e nesse momento a sensação de gozo começou a ficar mais forte, meu marido botou três dedos dentro da minha buceta e começou o movimento de bota e tira e chupando com força meu cuzinho, eu já estava gozando quando ele me colocou de quatro e empurrou aquele caralho duro e gostoso dentro do meu cuzinho, enficou com toda sua força, eu dei um gritinho de dor e em seguido a sensação se transformou em prazer, ele começou a apertar minha bunda e empurrar a pomba dura no meu cuzinho com força e suavidade, eu não agüentei mais e dei uma gozada enorme com aquele pau dentro do meu cuzinho, que parecia que não ia acabar nunca.
Vesti minha roupa com rapidez, em seguida saímos do provador reclamando do shopping e da loja, em voz alta – como é que pode, justamente na hora de provar a roupa é que falta luz – deixamos as roupas na loja e fomos para a praça da alimentação lanchar – a essa altura já tinha chegado luz - e ficamos lembrando da nossa loucura.