Chamo-me LÂNIA, tenho 32 anos, sou casada, mas não é o casamento ou homem que me satisfaz. Trabalho com odontologia e gosto muito das coisas que faço, principalmente, as – coisas - bem safadinhas.
Tenho uma paciente linda, uma gatinha, como costumo dizer:
"Uma gatinha-de-olhos-tristes".
Ela tem 18, mas o ostinho de anjo é de no máximo 15 aninhos, seu nome é FERNANDA. Toda vez que ela vem ao consultório eu fico excitadíssima, chegando por muitas vezes molhar a calcinha. De algum tempo para cá, vendo me aproveitando e enquanto cuido da saúde bucal dela, encosto suavemente meu cotovelo naqueles seios durinhos e vejo os biquinhos se retesarem e quererem furar sua blusa.Na segunda-feira passada ela marcou o ultimo horário, dispensei minha secretária, deixei duas revistas com fotos de lesbianismo em local estratégico e aguardei meu anjo chegar. No horário marcado ela entrou. Vestia uma sainha curta e uma camisetinha bem justa. Logo me mostrou seu sorriso, nos cumprimentamos com dois beijinhos, um em cada face e eu fui trancar as portas. Quando retornei, Fernanda estava folheando uma das revistas e notei pelos biquinhos pontiagudos dos seus seios que ela havia se excitado. Posicionei a cadeira, Fernanda deitou-se e eu me debrucei sobre ela e senti o seu perfume de pele jovem. Iniciei o tratamento e já rocei meu cotovelo nos seios dela, enquanto fingia tratá-la, fui aumentando o roçar e deixei um instrumento cair propositalmente sobre seu, desci com a mão vagarosamente, toquei no instrumento e em um de seus seios. Ela semicerrou os olhos suspirando profundamente, logo depois voltou a abrir os olhinhos. Olhei fixamente dentro daqueles olhos tristes e propus.
= “Vamos ao meu apartamento beber alguma coisa e conversarmos um pouco”.
Segurei no seu seio e antes que ela dissesse algo, colei meus lábios nos dela e dei-lhe um beijo firme e forte que foi completamente correspondido e nossas línguas se entrelaçaram em um balé esquisito. Acho que se demorasse um pouco mais nós duas gozaríamos tamanha era a excitação. Saímos do consultório e fomos direto para meu apartamento. Ao chegarmos o estado de excitação era tanto que começamos a nos despir desde a porta de entrada. Nuas, fomos para a piscina no terraço. Fernanda ficou preocupada se alguém poderia nos ver. Expliquei que estávamos no 32 andar, na cobertura do prédio e ela acalmou-se. Depois de nadarmos um pouco e roçarmos nossos corpos sob a água, saímos da piscina, eu a abracei e dei-lhe um beijo mais ardente ainda. Fernanda era uma fêmea perfeita, enlaçou-me o pescoço e enquanto correspondia ao beijo, ficou na ponta dos pés comprimindo seu ventre contra o meu. Dos Lábios de Fernanda minha boca desceu até seus seios e minha mão encontrou sua xotinha úmida, ela arrepiou-se toda com a carícia, entregando-se ainda mais e com voz rouca me falou:
= “Lânia, eu vou gozar, enfie um dedinho aí...”.
Deitei-a com suavidade sobre uma toalha e passei a lhe acariciar o corpo quente. Então fiz o que ela me pedira, enfiei um dedo em sua xota, provocando-lhe mais arrepios delirantes de gozo. Desci boca pelos seus seios, mamei um de cada vez mordiscando os mamilos, fui lambendo e brinquei com seu umbigo até chegar na sua xotinha molhada, lambi aquela rachinha tomando o cuidado para não tocar no clitóris e ela me pedia:
= “Ai Lânia, chupa meu grelinho. Delícia! Isssss! Nossa como sua boca é gostosa. Chupa meu grelinho... por favor...”.
Mandei-a calar-se, pois ela agora era minha escrava e eu chuparia seu grelinho quando eu quisesse. Isso pareceu excitá-la ainda mais, seu corpo se contorcia, sua respiração estava acelerada, ela movimentava o quadril em direção a minha boca e eu sorvia o líquido que saia de dentro dela. Fernanda começou a gozar vezes seguidas enquanto minha língua entrava ou percorria sua xotinha. Quando prendi com meus lábios seu grelinho duro e o toquei com a pontinha da língua, ela gemeu me dizendo:
= “Aí amor, assim eu vou morreeeerrrrrrr!”.
Fui ajeitando meu corpo sobre o dela e enquanto fazia aquele delicioso minete, passei a brincar com meu dedo em seu cuzinho. Fiquei totalmente sobre ela, segurei-a por debaixo do seu corpo, levantando seu quadril e prossegui com a chupada. Fernanda fez o mesmo que eu fazia nela, meteu a boca na minha xota e me lambeu com volúpia. Ela agiu tão bem com a boca e a língua que acelerei meus movimentos na rachinha dela e Fernanda derramou um gozo abundante estremecendo todo seu corpinho delicado. Fomos para o banho e ficamos nos beijando e acariciando sob a água morna do chuveiro, nossas mãos percorriam os corpos, e o local preferido era a bundinha de cada uma. No quarto, prosseguimos com as carícias. Fernanda deitou-se na beira da cama com uma perna para fora, eu me ajoelhei no tapete e ela me pediu:
= “Amor, você me deixa louca, mete um dedo na minha xotinha”.
Meti o dedo médio enquanto com o indicador massageava seu grelinho. Fernanda nem sentiu quando enfiei o segundo dedo, então dei meu seio esquerdo para ela chupar. Depois, embolamos nossos corpos e nos esfregamos alucinadamente numa perfeita entrega de prazer e de amor. Sentei-me na cama sobre os calcanhares e puxei Fernanda de encontro a mim beijando-lhe a boca, fui virando-a e posicionando-a de forma que ela ficasse sentada sobre minhas coxas. Enquanto massageava-lhe a xota e beijava sua nuca, sussurrei em seu ouvido:
= “Nanda, você tem uma bunda linda! Durinha, firme... Eu amo sua bundinha”.
Nos levantamos, sempre nos acariciando e nos beijando, passei Fernanda para minha frente, sentindo meus pentelhinhos roçarem na sua bunda e lhe falei:
= “Que bundinha macia, como eu gostaria de comer o seu cuzinho!”.
Ela me respondeu:
= “É mesmo uma pena, se você tivesse uma pica eu dava pra você”.
Eu mordi sua nuca e fui até o closet. Retornei dentro de instantes. Fernanda tampando a boca me falou:
= “Você me deixa louca com essas coisas! Por que não me disse que tinha essa cinta com esse pau de silicone?”.
Abri meus braços mostrando aquele grande cacete e perguntei:
= “E agora meu amor, pareço um macho, você quer que eu coma sua bundinha linda? Quer isso aqui enfiado no seu rabinho”.
Mandei-a ajoelhar-se na beira da cama, abri suas nádegas macias, fiquei apreciando seu anus demoradamente e elogiei:
= “Tens um cuzinho maravilhoso meu amor!”.
Lubrifiquei o membro de silicone, passei creme no cuzinho de Fernanda e fiquei brincando com um dedinho ali na borda, depois fui enfiando bem devagar até ela se acostumar. Retirei o dedo, ajeitei o caralho no cuzinho de Fernanda e fui empurrando lentamente. Pareceu-me que ela não estava acostumada com o tamanho e a grossura daquela pica, pois entre gemidos me disse:
= “Ai amor, tire um pouco. Está doendo muito”.
Mandei-a ter calma e relaxar bastante o cuzinho, pois era assim mesmo, doía um pouco no início, mas logo passaria e ela ia gostar muito. Da posição em que eu estava fui vendo aquele caralho ir deslizando suavemente, pouco a pouco, naquele cuzinho apertado. Perguntei com carinho para Fernanda:
= “Quer que tire um pouco?”.
Ela me respondeu:
= “Não, por favor, não. Empurre mais um pouco. Você tinha razão, está uma delicia!”.
Comecei a fodê-la com perfeição, eu me senti um homem, isso excitou muito Fernanda que empinava a bundinha e a empurrava docemente para trás. Ela gozava sucessivas vezes e entre gemidos me dizia:
= “Você é deliciosa amor, me deixa louca! Como isso está gostoso. Estou gozando e não quero parar nunca mais”.
Fernanda finalmente cansou e foi ao banheiro, quando retornou, eu estava enfiando aquele consolo em minha xota. Ela o pegou, colocou a cinta em seu corpo, posicionou uma perna minha sobre seu ombro e acertou minha xota me perguntando:
= “Está gostoso desse jeito Lânia?”.
= “Está divino Fernanda. Não pára não que está maravilhoso”.
Fernanda de repente passou a me foder como se ela fosse um homem, passando a arrancar de mim, suspiros, gemidos e gritinhos de gozo intenso. E assim passamos metade da noite. Fernanda ficou dormindo comigo e depois deste dia nos tornamos