Conforme tinha combinado com o Júlio, a Ana convidou-nos para jantar, e se a noite se proporcionasse, iríamos, realizar uma fantasia , minha e do Júlio, de trocar-mos as nossas mulheres. Para a Ana era fácil, já nos “provamos” um ao outro, mas com Cristina, não podia imaginar o que iria acontecer. Já a convencera a pôr-me os cornos, com o jardineiro, mas agora era diferente, pois era a quatro. Acabamos de jantar, e ficamos a conversar, bebendo champanhe, e para criar ambiente, colocamos um filme erótico muito antigo, , um clássico do género. Ia-mos comentando e rindo. - Ó Júlio, isto é muito “soft”, diz a Ana, enquanto se esfregava toda no marido,. Estava calor, e o ambiente ia ficando cada vez mais electrizante….
Cada um esperava pela iniciativa do outro , para começar as “hostilidades”. Decidi começar eu, e beijei longamente Cristina, ao mesmo tempo que lhe acariciava as maminhas, e as punha de fora. Não foi preciso mais, Ana e Júlio, começaram também um longo linguado, e já começava a sobrar roupa... Comecei a fazer sexo oral com a minha mulher, a Cristina que a princípio se retraiu, mas lentamente foi relaxando, e passado um bocado, já gemia baixinho com as minhas carícias, ela estava meio deitada no grande sofá e ao lado a Ana que é um pouco mais desinibida, como aliás já sabemos, já gemia gritava e barafustava com o marido, que a comia avidamente com a língua. Os nossos gemidos misturavam-se com os dos actores do filme… - Ai o Júlio tem uma lingua tão boa… dizia Ana, lambe meu amor, chupa o meu biquinho… Ó Cristina o teu homem está a trabalhar bem? - Sim Ana, disse por entre gemidos a minha mulher, enquanto carinhosamente afagou a cara de Ana. Pelo ritmo dos gemidos, Cristina estava quase a vir-se, olhei para o lado para os nossos anfitriões, e Ana já estava a vir-se, já não gemia, mas estava muito concentrada a mover os quadris a um ritmo frenético, e com os olhos fechados, o que indicava que se estava a vir. Os nossos pénis estavam a rebentar de tão esticados, era a hora…Pisquei um olho ao Júlio e disse:
- Meninos vamos animar a festa! Vocês As duas ponham-se de quatro aqui no sofá e fechem os olhos, tapem os olhos com as almofadas, só os podem abrir no fim. - Eu já estava diz a Ana zangada. - Aguente um bocadinho, que vais gozar muito mais! Elas lá se ajoelharam, cabeças enfiadas no sofá, e rabos arrebitados, empinados para cima. Era um espectáculo lindo de se ver. - Agora vamos chamar dois nossos amigos africanos que estavam ali ao lado para vos comer! – E saímos por um momento, para criar ‘suspense’ e combinamos trocar de parceira. Fiz sinal a Júlio, e trocamos de lugar, eu ia comer a Ana, e Júlio ia comer a minha mulher! Esperei vê-lo enfiar o pau lentamente na ratinha da minha mulher e pelo meu lado ocupei-me da Ana e enfiei o meu na ratinha quente da Ana, que gemeu e rebolou o rabinho como louca! - Então estão a gostar destas pilas? Perguntei eu. Claro que elas já se tinham apercebido que as pilas eram as mesmas só que trocadas. - Nem por isso estávamos à espera de qualquer coisa muito maior! – disse Ana enquanto rebolava o seu rabinho, e me empurrava, como que a pedir que lhe enfiasse mais piroca. - Deixem estar que qualquer dia trazemos mesmo dois amigos africanos que vocês até vêem estrelas … - Oh,. É só promessas… - diz a minha mulher para meu espanto. Lá vamos ter que fazer uma orgia para as satisfazer. Que bom pensei eu. Mas entretanto tinha que me concentrar naquele momento! Minha mulher gemia cada vez mais, parece que estava a gostar mais do tarolo do meu amigo! - Ó Júlio tens um pénis tão bom, é maior que o do Zé!.. enterra-mo todo com força , bem até ao fundo! Espera não te venhas já, disse ela por entre gemidos, quero gozar mais. Mas quanto mais ela falava, mais o meu amigo Júlio acelerava, e pela cara dele já não aguentava mais, e fazendo muito barulho veio-se na ratinha de Cristina, que olhou para mim muito desconsolada.
Do meu lado a Ana já tinha sentido 2 orgasmos! E eu como sei que esse é o meu trunfo, aguentar muito, continuei a martelar aquela linda coninha. A Ana estava como louca, e agora que a pila do marido já estava livre, embora murcha, ela puxou-o para si, e abocanhou de uma só vez o caralho do marido, enquanto rebolava o traseiro para ver se me fazia vir. O Júlio, perante este espectáculo, já estava a ficar outra vez com tesão! Cristina, masturbava-se com luxúria a olhar para nós, pois ainda não tinha sentido o orgasmo. É muito lenta a gozar a scaninha!. Decidi dar-lhe uma ajuda, e saí de cavalgar a Ana e caí com a língua em riste no meio das pernas dela! Entrou em delírio, a sensação da minha lingua, onde tinha estado a piroca do meu amigo, pô-la maluca, e eu comecei a ficar novamente excitado, pois o que mais me acelera é um bom minete, e só parei de a lamber, quando ela finalmente se veio. - - Ai meu amor, que bom, disse ela, - temos que fazer isto mais vezes! Entretanto o meu zézinho, já estava outra vez a postos, e o do Júlio também, e acabamos, a penetrara cada um a sua mulher, na posição papai mamãe beijando-nos, cada um de nós muito feliz por termos estas lindas mulheres, com este espirito de liberdade e ânsias de viver a vida. Provamos a nós mesmos, que havendo amor, o sexo é o que nós quisermos, sem restrições. Se eu sei que a minha mulher está a gozar com outro, e eu posso desfrutar desse prazer, porque não aproveitá-lo, e o mesmo se aplica no nosso caso de maridos sortudos, às nossas mulheres. O meu maior gozo, a fazer sexo com a minha mulher, sempre vê-la sentir prazer. A sua cara parece que se ilumina quando está em êxtase, esse é o meu principal gozo, o orgasmo vem a seguir. Até porque nos homens o orgasmo é demasiado fugaz, intenso, mas muito rápido, pelo que o maior prazer que um homem que ama a sua parceira, pode ter, é partilhar do gozo dela, que esse sim é intenso, demorado, e se nós homens tivermos arte, carinho e engenho, pode repetir-se várias vezes.
-Júlio, vamos combinar uma orgia, com 2 pirocos gigantes, para podermos depois fazermos o mesmo, mas com duas boazonas. - Ok, - disse Júlio, agarrado a aAna. - Espero que não sejam só promessas… - voltou a dizer Cristina, para meu espanto!