Estava uma noite quente e eu todo nu na cama, mãos e pés amarrados, olhos vendados, sentindo o calor da tua boca no meu pau, sinto as mãos percorrem-me a barriga e pouco depois tu a sentares-te no meu membro arrancando-me um suspiro de prazer. Cavalgas-me com mestria levando-me à proximidade do clímax. Sentindo-o sais de mim e tiras-me a venda deixando ver a beleza de teu corpo, seios fartos, barriga lisa, ancas largas e redondas. De repente vejo a tua expressão mudar, ficas com cara de caso, levas as mãos à mesa de cabeceira e mostras-me fotos onde estou com outra mulher. Fico em choque.
Percebo que fui descoberto, tento falar mas não me deixas e colocas-me uma mordaça dizendo que te vais vingar. Tento soltar-me sem o conseguir. Sais do quarto e regressas pouco tempo depois, trazendo pela mão um jovem mulato que não conheço, alto, físico impressionante, bonito mesmo. Despe-lo expondo a meus olhos um dos maiores pénis que alguma vez vi, 25 cm de carne preta, grossa. Em cima da cama, bem perto dos meus olhos chupas com mestria aquela verga. Choro de raiva e impotência sem nada conseguir fazer. O negro vai gemendo cada vez mais depressa e alto até que com um grunhido se vem. Fazes questão de que o faça na tua boca. Nunca tinha visto tanta esporra a tua boca era insuficiente para receber tudo e começou a escorrer pelo teu peito caindo alguma em cima de mim tal a proximidade. Sorriste abriste a boca e contra os teus princípios engoliste deixando-me ver.
A minha raiva e frustração começavam a dar lugar a uma excitação crescente, o meu pau erecto pedia atenção.
Continuando a sorrir deitaste o teu amigo na cama que impressionantemente continuava erecto. O seu monstro negro a menos de um palmo da minha cara. Com requintes de malvadez roçaste a tua cona no seu pau e muito lentamente sentaste-te deixando-me ver cada cm dele a entrar dentro de ti. Parecia impossível mas conseguiste enfiar todo o seu tamanho dentro de ti, e quando o fizeste repousaste durante uns segundos, olhos fechados, as mãos a apertar os mamilos, boca aberta e respiração ofegante. A imagem era impressionante, tu muito branquinha sentada naquele monstro até ao fundo, a tua vagina muito aberta os lábios abraçando o escuro do seu membro. Aos poucos fodeste-o cavalgando o seu mastro deixando-me ver aquele piston a entrar e a sair. Mudaste de posição, ficando de quatro e sempre tendo o cuidado de eu poder ver tudo pediste para te foder com força o que ele fez com gosto.
Os Seus tomates do tamanho de bolas de ténis balançavam à frente do meu nariz. Não demorou para que se viessem os dois. A tua cona toda aberta e vermelha deixava escorrer a sua esporra num grosso fio que te corria pelas pernas. Eu sem me aguentar mais vim-me em grandes jactos para cima da minha barriga, sujando-me todo, mas continuando erecto e cheio de tesão. Soltaste uma gargalhada perguntando se o corninho estava a gostar e que faltava o gran final. De rabo virado para mim puseste uma perna de cada lado do meu peito de forma que a tua cona estava mesmo na minha linha de visaõ, sobre a minha boca, gotas de esperma pingavam na minha cara. Com a mão recolheste os restos de esperma e esfregaste-o no cu.
Eu não queria acreditar que tu ias dar o cu áquele negro quando a mim sempre te recusaras a dar, mas era isso mesmo que ia acontecer. Lubrificada com o resto da sua esporra e cuspo abriste bem as nádegas deixando ver o teu olhinho a piscar e sem cerimónias o negro entrou em ti de uma estocada enterrando metade do monstro em teu cu. Gritaste, de surpresa e de dor e assim continuaste até ele estar todo enterrado em ti. As suas bolas batiam-me na cara e na tua cona. Demoraste algum tempo a habituar-te mas parece que finalmente começaste a gozar aquela verga no teu cu e os dois foderam com gosto durante largos minutos. Pediste ao negro para me deixar ver o teu cu todo arrebentado e saindo de dentro de ti deixou-me ver o teu olho todo aberto voltando de seguida a penetrar-te em vigorosas estocadas que te levaram a dois orgasmos seguidos terminando ele com um vibrante guincho.
Com as pernas a tremer saío de dentro de ti, o teu olho continuava aberto, a esporra a escorrer, um fio de sangue misturado. Eu tinha-me vindo mais uma vez a ver o espectáculo e sem nunca me tocar pois estava amarrado. O negro vestiu-se saiu e tu regressaste ao quarto. Antes de me desamarrar disseste que isto era a paga por eu te ter enganado mas que parecia que tinha gostado de ver e de ser corno que se calhar ela tinha que repetir a dose. Abanei a cabeça, disse que sim e deitando-a na cama fodi-a vigorosamente. Desde esse dia ela fode homens à minha frente e acabamos sempre os dois na cama.