Há momentos de sorte na vida, e recentemente tive um desses momentos. Sou chefe de segurança de um edifício de escritórios e há coisa de um mês melhoramos o nosso sistema de vigilância vídeo colocando novas câmaras, substituindo as antigas e colocando um sistema de gravação digital. Uma semana depois, por volta das 17H estava de serviço na central quando uma das câmaras de acesso ao terraço dá sinal de movimento e começa a gravar de imediato. Fiquei de olho no monitor pois tratava-se de um acesso raramente utilizado e não tinha conhecimento de nenhuns trabalhos no terraço.
Para surpresa vejo um casal que sem demoras iniciou a fazer sexo, alheios ao facto de ali estar uma câmara. O acto em si foi excitante, mas o melhor foi que reconheci a mulher, uma morena que trabalhava no edifício, na casa dos 25 anos, muito bonita, alta, mamas grandes, sempre muito provocante muito bem vestida e o pior com um ar se superior nunca dando um sorriso ou dizendo bom dia. Passou-me de imediato uma ideia pela cabeça e deixei-os acabar sem que dessem conta de estar a ser filmados e fazendo uns zooms para se ver bem a sua cara gravei o acontecimento para um CD e apaguei o registo do computador.
No dia seguinte coloquei umas imagens do filme dentro de um envelope e fi-lo chegar à empresa ao cuidado dela, com uma mensagem para vir ter comigo à central de segurança que precisávamos de falar sobre aquelas imagens. Nem meia hora tinha passado quando fui informado que estava ali a uma senhora para falar comigo. Mandei entrar e como sempre vinha provocadora, top decotado, mini saia preta, muito bem arranjada, mas branca do susto. Perguntou o que era aquilo e eu disse que era uma parte do espectáculo de ontem e pus o filme a correr para que ela visse o que eu tinha. Quando terminou ela estava ainda mais branca e perguntou o que eu queria para apagar aquilo. Nada de especial, respondi, só comê-la sempre que me apetecer e dizendo isto saquei o meu pau para fora, expondo os meus 18 cm de carne.
Ficou surpreendida mas como eu apontasse para o computador ajoelhou-se e mamou-me. Estava contrariada, assustada, nervosa, revoltada mas não deixava de fazer um bom broche, mas eu não queria assim, queria marcar a minha posição, pelo que comecei a foder-lhe a boca fazendo-a engasgar-se de cada vez que enfiava todo o meu tamanho na sua garganta e quando finalmente me vim fi-lo na sua boca fazendo-a engolir tudo. Satisfeito olhei para ela e disse que agora podia ir, mas que à hora de almoço a queria foder e para ela ir ter comigo a um pequeno armazém onde nós dormíamos à noite. Á hora marcada ela apareceu a barafustar muito mas calei-a de pronto e mais uma vez expus o meu pau, ordenando-lhe que se despisse, o que ela fez, ficando só de cuequinhas mostrando um corpo fabuloso, magros, musculado, boas mamas, barriga lisa. Beijei-a e apalpei-a toda matando as fantasias de meses. Despi-lhe as cuecas e lambi-lhe a cona e tal era a vontade com que o fazia que ela não resistiu e veio-se.
Tinha muitas fantasias para realizar, virei-a de costas e de um movimento enterrei-o todo até aos tomates arrancando-lhe um gemido longo de prazer que se foi prolongando enquanto a fodia com rudeza apenas buscando a satisfação dos meus desejos e não demorei a vir-me dentro dela fazendo-a vir-se também. Mas aquilo não me tinha satisfeito e ordenei que me montasse o que ela fez, agora já com gosto esquecida da razão que a tinha feito ir até ali. Chupava e apertava-lha as mamas que balançavam loucamente sobre os meus olhos e boca e mais uma vez nos viemos os dois. Estava cansado e deixei-a ir, realçando que as coisas não tinham acabado e que ela agora era minha. Estive dois dias de folga sem a ver ou sem lhe dizer nada e quando regressei ao trabalho, a meio da manhã subi à empresa onde trabalhava e pedi para falar com ela.
Quando me viu ficou sem ponta de sangue mas lá arranjou forma de me levar para a sala de reuniões, onde a obriguei a mamar-me e quando ia a sair disse para ela à 1hora ir ter à central de segurança. Respondeu que não podia que o marido a vinha buscar para almoçar a essa hora. Ri-me e disse que se calhar era uma boa altura para mostrar o filme ao corno e a resposta foi simplesmente um “lá estarei”, e estava. Fi-la entrar, tranquei a porta e sem cerimónia deitei-a sobre a bancada de comando, de frente para os monitores onde se podia ver o hall de entrada e o movimento de pessoas. Levantei-lhe a saia, baixei as cuecas até aos tornozelos e penetrei-a por trás. A sacana já estava excitadíssima e entrei sem dificuldade fazendo-a gemer de prazer. Como estavamos a olhar para os monitores vimos o marido dela chegar o que me fez dar-lhe ainda com mais força.
Toca o telemóvel, era o marido. Ela desliga e sem deixar de se movimentar de encontro a mim escreveu uma mensagem a dizer que demorava 5 m e apressou os movimentos fazendo-me vir rapidamente dentro dela, sempre a olhar para o marido dela lá em baixo e para terminar obriguei-a a limpar-me o caralho que estava todo sujo. A nojo fê-lo, puxou a roupa para cima deixando a minha esporra correr para as cuecas e saiu dali disparada de encontro ao corno do marido que a esperava de sorriso na cara enquanto ela acendia um cigarro antes de lhe dar um beijo para disfarçar o cheiro e o sabor a esporra que tinha na boca e eu sempre a ver no monitor.