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Última actualização em 21 de Abril de 2014
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Contos Adultos: Bucetão X Cuzão



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2009-03-16 18:38:15 7161 vezes Bucetão x Cuzão
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Bucetão X Cuzão

Tudo começou em uma tarde em que eu chegava do meu trabalho. No momento em que eu estava fechando a porta traseira do meu carro, olhei para a frente e pude ver minha vizinha com aquela bunda empinada, retirando inço da grama. Ela estava com a bunda tão empinada que pude ver a divisão do meio da bunda dela e o buraquinho onde estava localizado o seu cu. Na mesma hora meu pau explodiu em tesão, só de ficar imaginando sentir aquele cu engolir meu pau. Eu estava de óculos escuros e me mantive olhando. Quando percebi, ela estava me olhando discretamente entre suas pernas. Muito discreto, disfarcei e fingi que estava olhando para outro lugar, entrando para dentro de casa. Sou um homem casado, muito bem casado, por sinal, mas não me contive. Fui ao banho e comecei a bater uma punheta, pensando naquela minha vizinha gostosa. Como vocês não a conhecem, lhes digo, é uma mulher de 32 anos, uma loira com uma bunda imensa, pernas grossas, pezinho pequenos com uma tatuagem em cima, delicados, dedinhos e solinhas bem vermelhas. Tem uns seios bem razoáveis, mas o que mais se destaca nela é a bunda grande e durinha. Sempre senti por parte dessa vizinha, uma certa malícia, porém, nunca insisti, até porque sou casado. Ocorre, que numa tarde de sábado, eu estava só, em casa, lavando a calçada em frente ao meu portão da garagem, e a minha vizinha, com um banquinho, apareceu do outro lado do muro e me perguntou: “- Ai, você pode vir me socorrer aqui? Tá vazando água no meu banheiro, não sei o que fazer!”. Pensei, será que não é história para eu ir até lá? Ledo engano meu, estava realmente vazando água da caixa da descarga do banheiro. Disse a ela: “- Desligue pra mim a água”. Ela foi lá, logo percebi que o problema era de vedação. Perguntei se ela tinha fita veda-rosca, ela me disse que não, mas que iria na ferragem buscar. Eu disse: “- Tudo bem, eu lhe aguardo aqui.”. Ela estava com um shortinho marrom, muito lindo, enterradinho naquela bunda deliciosa. Quando eu olhava ela de frente, via facilmente aquela bocetinha linda, bem divididinha. Eu estava só na casa dela, quando vi ao meu lado um cesto de roupas sujas. Para minha surpresa, ao abrir a tampa, bem em cima das roupas, estava uma calcinha de cor creme com rendinhas. Abri a calcinha e vi ela cheia de mel daquela boceta que devia ser muito suculenta, ainda estava molhadinha e com muito cheiro de boceta faminta. Eu na mesma hora tirei meu pau para fora e lambi aquele mel da calcinha, passei meu pau nela e logo, logo, gozei em cima (no fundo da calcinha). Deixei a calcinha muito gozada. Depois do gozo, bate aquele desespero e arrependimento, pois voltamos a nosso estado normal. Meio conturbado com o que eu havia feito, passei papel higiênico naquela calcinha e a guardei no cesto. Logo, minha vizinha voltou com a fita veda-rosca e me entregou. Estava vedando a caixa do vaso, quando ela disse que ia pôr as roupas para lavar. Me bateu um pavor imenso, comecei a suar muito frio com aquilo. Uns cinco minutos após, ela voltou, e num tom muito estranho me perguntou: “- O que você fez com as minhas calcinhas? Você gozou nelas, foi?”, eu fiquei no chão, não sabia o que fazia, se sentia vergonha, não sabia se ela chamaria a polícia, que medo me deu. Mas eu lhe disse: “- Não pude resistir em ver o seu mel na calcinha.” Ela então me retrucou dizendo: “- Até que um dia rendi você, seu safado fazido! Ela me empurrou contra a parede e puxou meu pau para fora. Me beijava loucamente e com a mão esquerda me tocava uma deliciosa e delicada punheta. Me lambeu a orelha (até nem gosto muito), e logo se abaixou. Chupava meu pau com maestria, passava a língua em volta da cabeça dele, dava pequenas mordidelas, enfim, estava me deixando louco, cada vez mais. Nem parecia que eu tinha gozado a pouco tempo atrás, meu pau ficou tão duro que as veias apareceram com muita vontade. Ela se levantou, me beijou mais um pouco e tirou a blusinha branca de alcinhas que estava usando. Baixou o seu shortinho marrom, mas não tirou, estava ele ainda acima dos seus pés, lindos por sinal. Unhas bem feitinhas, com base, dedinhos lindinhos e um pouquinho vermelhinhos. Arranquei o shortinho dela, baixei aquelas calcinhas pretas e apoiei ela na parede do banheiro. Abri sua bunda e pude ver aquele cuzão maravilhoso, vermelhinho, com poucos cabelinhos ao redor, cheiroso. Eu chupei muito aquele cu, tentava colocar minha língua cada vez mais para dentro dele, e ela gemendo. Gemia feito uma ninfetinha perdendo a virgindade, dizendo aiiiiii, aiiiiii, aiiiiiiii, e nisso, meu pau cada vez mais duro, mais grosso, louco para penetrá-la. O cu dela tinha aquele cheiro maravilhoso de fêmea, era um cheiro de cu que queria dar (pouco azedinho). A boceta dela já estava melecada, vertendo mel. Quando eu passei o dedo na boceta dela, acabei ficando com o dedo completamente melecado, aquela baba que a sua boceta lançava quase afogou meu dedo. Os poucos cabelinhos da boceta já estava molhados demais. Não resisti. Coloquei a minha vizinha sentada no vaso, abri as suas pernas, uma perna ficou em cima do bidê, e a outra dobrada com aquele pezinho no chão (dedinhos com unhas pintadas de base, dobradinhos). Mamei muito naquela boceta grande, vermelha, gostosa, gulosa e muito melecada. Mamava como se estivesse chupando uma manga (de chocolate), ela me apertava os braços com aquelas unhas (pintadas com cor branca) grandes com tanta força, que eu já começava a sentir dor. Ela começou a gritar: “ - Me come seu cachorro, me come de uma vez, me enfia esse pau grosso, me faz gemer, eu quero ir a loucura com o teu pau em mim, quero que você me aqueça com o seu gozo!”. Saímos do banheiro naquele momento e ela me puxou para o seu quarto, estava fechada a janela, apenas a claridade do corredor emitia alguma luz no quarto. Ela ficou de quatro. Antes de eu enfiar meu pau na boceta gulosa dela, ainda dei uma enorme e lenta lambida da boceta até o cu, acompanhada de uma mordida forte (o que fez ela ir as nuvens) naquela bunda branquela. Enfiei com tanta força naquela boceta gostosa, babei bastante o dedo indicador direito e o enfiei naquele cu safado. Ela gemia feito uma cadela no ciu, gemia muito, dizendo que nunca ninguém tinha feito aquilo com ela. Eu bombei muito naquela boceta, quando ela me disse: “ - Agora é a vez do meu cu, que está louco para te dar, está louco para sentir a sua carne tapando ele!”. Cospi no meu pau e com muita facilidade o enfiei naquele cu delicioso (acho que já tinha dado ele a muitos outros, pois fora muito fácil a penetração), era um cu guloso por um pau. Bombava tanto naquele cu que ela gritava com as cobertas na boca, pois não queria chamar a atenção dos vizinhos. Enquanto eu enfiava no seu cu, puxei o pezinho direito dela para cima, e comecei a chupar aqueles dedinhos que me excitavam sempre, no dia-a-dia, quando eu a via com uma havaiana de cor branca. Ela estava ficando maluca, eu nunca tinha visto uma mulher gritar tanto. “- Goza, por favor, eu não agüento mais, gozaaa!!!” Com aquela frase, fui aos céus, tirei meu pau do seu cu, que estava todo vermelho e inchado, passei na sola dos seus pés e gozei nas suas costas. O jato de gozo foi tão forte, que chegou a pegar nos seus cabelos loiros. A sobra do gozo, que sobrou no meu pau, limpei no meio dos dedos do pé dela. Ela estava ainda tremendo, eu via suas pernas implorando descanso. Eu disse: “- Toma sua gostosa, nunca mais me provoca com esse teu cu, com essa boceta enorme, com esses pezinhos de princesa e não deixa mais as calcinhas tão expostas quando chamar alguém na sua casa!”. Ela me disse: “- Você foi muito bom, o melhor de todos, ai que dor no meu cu, seu cachorro!”. Deitou-se de lado, com as pernas ainda um pouco dobradas e ficou procurando normalizar a sua respiração. Ela estava esperando voltar ao normal o seu ar e o seu cu voltar para o lugar, pois ficou extremamente estourado com tanto pau que levou. E foi assim, galera, que terminou o meu conto, hoje em dia, saímos de vez em quando em um motel num outro município próximo, mas não é a mesma coisa, como foi naquele dia, onde tudo foi uma surpresa, e o fogo era diferente. Hoje transamos mais como um casal normal, mesmo sendo eternos amantes.

 

 

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