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Última actualização em 24 de Abril de 2014
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Contos Adultos: Sinistra Violação



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2009-03-16 18:38:15 5547 vezes sinistra violação
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Sinistra Violação

20:00h sábado 13 de abril de 1991, um dia fatídico, sempre caminhava nesse período para relaxar a mente depois de uma semana de muito desgastante, desconhecendo o perigo que rondava pelas sombras, estava nublado, uma tarde perfeita para uma rotina seguida religiosamente e o tempo úmido dava a oportunidade de libertar-me das vestes semanais e usufruir de algo mais confortável como o shortinho, blusa e a ausência de vestes íntimas. Um estrondo anunciava uma forte chuva, demasiadamente longe da residência estava, as primeiras gotas ao chão caíram parecendo um aviso de uma tempestade. Um abrigo parecia sensato neste momento, procurando talvez uma árvore ou uma garagem aberta mas achando um local que parecia perfeito como ruínas de um castelo, estranhamente um frio gélido passou pela espinha, mas que escolha tinha, as roupas encharcadas não davam escolha. Adentrando com os pés cheio de lama, conforme avançava ouvia os próprios passos ecoando pelos espaços vazios daquela que parecia ter sido uma morada luxuosa, agora em ruínas mais parecia um local assombrado, envolvida por uma forte desejo de conhecer as dependências deste local não contendo a curiosidade e dando inicio a subida pelos degraus em direção à parte superior, cada degrau ficava imaginado e fantasiando sobre o que poderia possuir no fim destes degraus gastos pelo tempo. No alto chegando e surpreendida ao constatar um longo corredor com inúmeras portas de seus respectivos quartos, tudo o que me passa pela cabeça é o quão grande aquela família que residia deveria ser, filhos e netos, deveria ser uma casa feliz. Passo e vozes começam a ecoar por aquele local, seriam fantasmas do passado? Temporariamente paralisada apenas tentando ouvir e interpretar o significado destes sons, aparentemente vozes masculinas ... Mas ... Não poderiam ser os antigos donos ! Então quem ? Encorajada apesar do medo que se instalara no coração que batia forte e acelerada no peito. Uma espiada pela escadaria abaixo desmentia a suspeita de que o local era assombrado mas confirmava que não mais sozinha estava naquela morada, de relance uns três homens de roupas surradas que pareciam enormes em relação mediana daquela velha morada, sem idéia de quem eram o medo começava a tomar conta pois estava com o corpo semi-desnudo e as partes cobertas estavam reveladoras devido a chuva, o que fazer ? Correndo na tentativa de esconder e secar as roupas molhadas, um tropeço põe tudo a perder revelando a presença de alguém acima daqueles estranhos, sons de passos rápidos e fortes ecoam, cercada rapidamente com luzes de lanternas cegando os olhos, o único som que se segue é de risos sarcásticos. Imobilizada rapidamente, o que se segue primeiramente são comentários vulgares: elem1: -Que essa belezinha tá fazendo aqui? elem2: -Olha! -Tá molhadinha! -Tô vendo tudo! -Num tem nada embaixo! elem3: -Tá procurando atenção? -Tá carente? Pelos comentários o destino estava selado, lágrimas escorrem dos olhos, soluços abafados por uma mão rude, segue-se um campeonato bizarro para decidir a ordem de seqüência dessa terrível violação e um ato monstruoso estava por vir assim que a seqüência dos executores fora pronunciada. Mãos começam a me desnudar por completo começando pela roupa acima de meu ventre e seguindo uma pausa ... risos ... Então várias mãos deslizam pela última peça, passando por cada curva, tomando para eles o que antes era íntimo, então a última peça é retirada violentamente como uma preza que perde sua pele para alimentar o predador. O que era íntimo, exposto de forma brutal e agora começa a ser violada de forma monstruosa, um a um a tortura se segue e as súplicas ignoradas, aqueles que foram homens agora tornam-se criaturas impiedosas, monstros com sorriso no rosto enquanto rasgam-na intimamente. Com os olhos fechados se contorcendo tentando resistir a essa dor agonizante, conseguindo apenas ouvir frases desconexas de seus carrascos: elem1: -Ai! -Apertadinha! -Virgenzinha?! elem2: -Tá gostando? -É isso que você queria? -Não é ?! elem3: -Que putinha gostosa! Parecia uma eternidade aquilo, desejo que brotava na mente naquele momento é que eles terminassem logo para ir embora dali e esquecer tudo aquilo, não agüentava mais. Quando finalmente parecia que a tortura estava no fim, ficando virada de bruços com um deles segurando apoiando os joelhos sobre as costas, novas vozes de homens diferentes, provavelmente mais carrascos ! Olhando para o chão, toda a tortura recomeçara mas por outro ângulo, desta vez sem saber quantos eram, novamente aqueles risos sarcásticos, um pesadelo que recomeçara mas com uma dor maior e mais penetrante ainda, tudo começa a escurecer, inconsciente, só acordando pela manhã, coberta apenas com uma vergonha pelo o que havia acontecido, soluços de choro cobrem aquelas ruinas nesta manhã. Procurando as roupas, agora já quase reconhecíveis de sujeira, trapos que precisava, para voltar para uma residência cuja uma cama amanhecera arrumada. Chegando, ninguém parece suspeitar de nada, entrando como uma pessoa invisível para o mundo. 9:00h 14 de abril 1991, depois de um banho tudo que queria era denunciar e ver aqueles monstros presos... a coragem finalmente veio às 11:00h, conduzindo um carro em direção a uma delegacia, algumas viaturas cercara aquele local, os monstros seriam presos, não houve queixa devido a uma circunstância inesperada, na mesma tarde uma rebelião tomou conta da prisão, e os monstros acabaram consumidos pelo fogo que os rebeldes iniciaram.

 

 

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