Estive no DF para assistir ao casamento do meu primo, após o casamento nos dirigimos para o clube onde aconteceria a festa de casamento, conheci pessoas ótimas e muito interessantes, em meio a todas essas pessoas; vi uma loira de cabelos curtos, 1,68 de altura e uns 58kg, que vestia um vestido lilás, não muito curto, mas que dava pra ver que tinha lindas pernas, e uma corpo esculpido de uma rara beleza.
Perguntei ao noivo (meu primo) quem seria aquela loira tão bonita e aparentemente sozinha; e ele me falou que é uma amiga da noiva, e que ela é viúva a poucos meses de um militar, e ainda falou sua idade, 39 anos. Não me importei com isso, pois idade não é problema, e mesmo assim ela é muito linda e eu não daria mais de 30 anos pra ela. Pois ela é muito conservada apesar de ter passado por tamanho o sofrimento de perder seu marido.
Meu primo nos apresentou e ficamos tomando um licor e curtindo a festa, já passava da meia noite e a festa estava ótima, a loira cada vez mais me cativava e eu me encantava com todas suas palavras, sempre bem colocada; conversamos, bebemos e dançamos, e pintou o clima de ficarmos, fiquei exitado ao dançar com ela, e sei que ela percebeu, pois assim que sentiu minha exitaçao, ela fazia questão de se encostar mais ainda, e me puxava contra seu corpo cada vez que sentia meu cacete duro passando por suas coxas, beijei seu pescoço e orelha, e algo já me dizia que aquela tremenda gata já estava em minhas mãos.
Ela me falou no ouvido que estava com vontade de me beijar, porem ali não! Pois não estava pronta pra ficar com alguém em publico por conta dos comentários por ela ser viúva; entendi, mas questionei, se ela voltaria pra casa na vontade, e ela disse que não, e me pediu pra dar uma sugestão, pensei um pouco e antes que eu pudesse falar ela foi logo falando, já sei, vamos para o salão interno, ou pro banheiro do salão interno, não deve ter ninguém por la, concordei e fomos ao salão interno, eu fui primeiro e ela foi depois, sei que meu primo sacou o que eu iria fazer, pois quando passei por ela em direção ao salão interno do clube, ele piscou o olho pra mim.
Cheguei ao salão interno, e havia alguns garçons passando, aguardei sua chegada e ela passou direto para um dos banheiros femininos, pois havia vários no clube, assim que ela entro no banheiro, fui em sua direção e também entrei no banheiro, e fechei a porta de chave, a loira estava encostada na pia em frente ao espelho, eu a abracei por trás e beijei seu pescoço, ela nada respondeu, e se virou e ficou de frente a mim, e nos beijamos, a tempo não sentia um beijo tão bom, nos abraçamos e passamos um tempo nos beijando, apertei sua cinturinha e passei minhas mãos em sua bunda bem durinha, que engolia uma tanguinha que mal pude sentir suas tiras, passei minha mão em sua bucetinha por cima de sua calçinha minúscula, ela estava molhadinha e bem quente, então a coloquei sentada na enorme pia de mármore do banheiro, subi um pouco sei vestido e vi o formato de sua bucetinha por cima da tanguinha que tinha dois botões zinhos nas laterais, puxei um deles com os dentes, ao abrir, eu não quis nem puxar o outro e apenas afastei um pouquinho sua tanguinha pra ver logo sua bucetinha; assim que puxei vi seu lindo grelinho rosado e depilado, uma imagem perfeita, parecia uma bucetinha de filme pornô, era muito linda, beijei sua bucetinha, ela estava molhada, e seu melzinho molhava meus lábios a cada beijo que eu dava em seu grelinho úmido e rosado.
Com meus lábios cheios de seu melzinho olhei em seus olhos e lambi os meus lábios e senti o gostinho de seu tesao, novamente aproximei minha boca de sua bucetinha e dessa vez passei minha língua, levantei e dei minha língua pra ela também sentir aquele gostinho delicioso, ela chupou minha língua, e lambeu meus lábios; abaixei-me novamente e fui aos pouco sugando todo seu tesao, todo seu melzinho quente e de sabor inigualável, ela se segurava nas torneiras da pia, inquieta, seu grelinho tinha lábios lindos, adorei lamber e chupar um por um, os lábios de sua bucetinha mais parecia os lábios carnudos de sua boca.
Eu chupava e puxava os lábios de seu grelo com minha boca, isso a fazia se contorcer em cima da pia, percebi que ela ficou ainda mais lubrificada, e que seu melzinho escorria ainda mais de sua bucetinha, a loira estava gozando, rapidamente tratei de não desperdiçar nenhuma gota de seu liquido precioso, e raro, ela tentava fechar as pernas, mas não permiti e continuei com minha língua no seu grelo, e a chupei ate que ela terminasse as contrações de seu gozo.
A desci da pia, coloquei-a de costas pra mim e pus uma de suas pernas em cima da pia, puxei minha pica toda babada pra fora da calça social, e fiquei passando minha vara no seu clitóris e ela falava mete logo, isso é tortura,,,,, e eu passava a cabecinha no seu grelo e encostava na entrada de sua bucetinha, metia só a cabecinha e tirava, e ela suspirava, e dizia, vai amor, mete vai, mete tudo, quero gozar na sua pica, só que o que ela não sabia, é que eu estava quase gozando de tesao, em ver aquele grelo, e por sentir sua bucetinha apertar e gozar minha linha enchendo minha boca com seu liquido quente.
Brinquei um pouco com seu grelinho, e assim que consegui me controlar, pude meter minha pica em sua bucetinha que implorava por pica, meti com força, e ela me pedia mais, ficamos em uma posição em que ela estava com uma perna no chão e outra no meu ombro, ela tinha uma ótima elasticidade, pude ver minha pica entrando centimentro por centímetro em sua bucetinha toda lubrificada, metia com força e minhas bolas batiam em sua bucetinha, eu sentia a cabecinha de minha vara encostando no fundo de sua bucetinha, aos poucos senti sua bucetinha ficar ainda mais lubrificada, e a penetração ficou ainda mais gostosa, minha pica deslizava entrando e saindo de sua bucetinha e pude perceber que aquela bucetinha rosada estava no auge do prazer, estava mais uma vez gozando, gozando na minha pica, senti que sua bucetinha ficou ainda mais eslastica, e minha pica entrava sem dificuldades, sua bucetinha não mais apertava minha vara, e resolvi investir no seu cuzinho, coloquei novamente uma de suas pernas novamente em cima da pia, me abaixei e passei minha língua em seu grelo e fui ate seu cuzinho, onde lambi e senti a linda loira apertar minha língua com seu buraquinho apertado.
Lubrifiquei bem seu cuzinho, meti minha pica em sua bucetinha úmida retirei minha pica toda melada de seu gozo, e fui aos pouco encostando a cabecinha na entrada do seu cuzinho, e aos pouco vi e senti seu buraquinho apertado engolir centímetro por centímetro minha pica melada com o melzinho de sua bucetinha.
Assim que minha pica a penetro ate o fim, fiquei por um instante parado, e massageei o seu grelo, e aos pouco fui tirando e novamente metendo minha pica em seu cuzinho apertado e quente, aos pouco a penetração, foi ficando melhor, e minha pica já entrava deslizando tranquilamente em seu buraquinho, meti intensamente em seu cuzinho, e massageava seu grelo que estava bem durinho entre meus dedos, a loirinha respirava forte, e eu falava em seu ouvido, goza sua loira gostosa, quero que você goze com minha pica no seu cuzinho, e ela suspirava ainda mais forte, enfiei dois dedos em sua bucetinha e com a outra mão eu continuava a massagear seu clitóris, e nesse ritmo de mão, dedo e pica a loira gozou, e senti sua bucetinha apertando meus dedos, e seu cuzinho apertando minha pica, não resisti e enchi o cuzinho da loira viúva com meu leitinho, ela gemia alto, urrava, e eu ainda com meus dedos atolados em sua bucetinha, ainda sentia as contrações de sua bucetinha nos meus dedos, e o seu cuzinho apertava minha pica cada vez mais forte, ela encostou a cabeça na pia e la permaneceu com cabeça e perna na pia, não me mexi e deixei minha pica amolecer dentro do seu cuzinho, ela permaneceu imóvel por alguns minutos, e me falou que estava sentindo formigamento na perna, nesse momento demos risada, tirei minha pica mole de seu cuzinho, e ela retirou sua perna de cima da pia,virou-se de frente pra mim e nos beijamos, ela nada dizia, momentos depois ela, me disse que estava um pouco tonta, mas que estava tudo bem,,,,
nos vestimos, e eu abri a porta pra ver se havia alguém passando, para que saíssemos do banheiro, um de cada vez, só que ao abrir a porta, percebi que já era de manha, e que estávamos sozinhos no clube, a chamei e saímos, felizes e rindo muito da situação, ela já não calçava o salto, pois segundo ela estava de perna bamba.
Encontramos uma senhora que estava limpando o salão, e ela abriu a porta para que fossemos embora, ela me deu carona até a casa da minha tia, e nos despedimos, neste mesmo dia tive que voltar pra casa, e hoje só me resta saudade do DF e da loira viúva, que hoje poderia ter deixado de ser viúva, pois estaria nos meus braços, novamente casada, com um homem para amá-la e respeitá-la, e sermos felizes enquanto a vida nos permitir.