Meus pais são separados há uns 5 anos mas se dão super bem, mesmo se não conseguem mais fazer as coisas juntos. A gente tem uma casa em Cabo Frio, outra em Teresópolis e todo feriado cada um vai para um canto. Desta vez está sendo a nossa vez de passar a Semana Santa aqui. Como eu não estava muito a fim de trazer ninguém, minha mãe resolveu compensar e trouxe uma galera. Acho que essa casa nunca esteve tão cheia. Para vocês terem uma idéia, me tranquei num quartinho para poder abrir o meu laptop, senão vem todo mundo querer jogar e mexer com internet. A única vantagem de vir muita gente é que, como a primeira coisa a fazer quando se bota os pés aqui é dar uma arrumada na casa, a galera faz mutirão e rapidinho fica tudo pronto. Quando a gente vem só os dois é um saco porque eu fico de Maria e como eu sou super perfeccionista, só paro quando não tem uma poeirinha no chão e nos móveis. Aqui tem 5 quartos mas o único com alguém dormindo sozinho é o meu – não divido nem morta (oops! falei, pronto). Bah! Minha mãe enche a casa de velho, primo e prima chatinho, tio e tia, não vou ficar dormindo com família não. Engraçado... pensando bem, já percebi que tem primo meu que pede para dormir no meu quarto. O Dado e o Prego dão indireta sempre que vêm aqui. E tem cama de casal em todos os quartos, então eles não entendem por que eu não divido. Bom, mas isso não interessa também: ninguém dorme no meu quarto porque eu não deixo e pronto!
Só que dessa vez rolou um lance estranhão. Quarta-feira, lá para as 5 da tarde, liga o Plínio, um cara da minha escola lá no Rio, dizendo que estava na rodoviária de Cabo Frio e querendo saber se podia ficar um dia aqui em casa porque ele tinha errado de data e era só para chegar na quinta na casa do Drácula, um outro amigo da gente, onde ele tinha combinado de ficar. Eu fiquei um pouco contrariado mas pedi à minha mãe (teen é tão dependente!) e disse a ele para vir. Não tenho nada contra o Plínio, ele é todo legal, além de ser muito cuty! Ele tem os olhos azuis e uma cara muito doce, com aquele cabelo que não para na testa, rs. Nunca teve preconceito nenhum, sempre fala comigo na boa, pede meu caderno para copiar matéria, nunca deixa de falar, ele é bem cool. Assim que ele chegou foi falar com a minha mãe para agradecer e dizer que era só uma noite e blá blá blá. Ela respondeu que não tinha o menor problema mas que ele ia ficar no meu quarto porque não tinha lugar nenhum sobrando. Fiz uma careta para ela, tipo dizendo: você me paga, vou te obrigar a comprar colchonete! Plínio nem se tocou; deixou a moxila no meu quarto e pediu para sair porque queria ver se uma galera já tinha chegado. Como eu conheço todo mundo, fui junto. Era na praia do forte, num daqueles predinhos bem no final. Da minha casa é quase uma reta a partir do Canal. A gente foi conversando sobre o colégio, principalmente sobre a nova professora de matemática, que é uma mala sem alça e está fazendo a turma se unir contra ela. A gente se entende bem, o Plínio e eu, a conversa rola bem normal, não fico nervoso, não fico “achando que ele está achando” que estou dando mole. Nem deu para sentir a distância e logo chegamos ao prédio e subimos. Lá tinha a Val, a Marcinha, a Priscila, o Quack, o Natan, o Centopéia e o Bruno. A casa é da família do Quack mas nunca ninguém vem. É um apartamento super bonito. De fora ele tem as janelas azuladas e esquadria dourada, por dentro é lindo, pelo menos eu acho. Você não se sente na praia, eles decoraram todo como se fosse a casa onde eles moram. Deve ter uns 3 quartos, dois banheiros, um salão enorme, uma cozinha lindinha e toda equipada. Tem quadros lindos e esculturas, porque a mãe do Quack é artista plástica, fora a pintura das paredes que é super diferente.
A gente ficou conversando um tempão, rolou um lanche e a Priscila teve a brilhante idéia de sugerir um jogo da verdade. Eu o-dei-o esse jogo, fiquei em pânico! Mas todo mundo sabe que não dá para dar para trás nessas horas, senão você passa por pentelho. O jogo começou. Ainda bem que tinha menina, senão eu estaria roubado! Os meninos queriam saber tudo: se a Marcinha era virgem, se a Val já tinha dado um beijo em menina, se a Priscila já tinha ficado com o Quack, e por aí vai. Elas também queriam saber tudo sobre os meninos, principalmente se o Vampiro tinha transado com uma menina com quem ele tinha ficado numa festa da semana anterior e, quando ele disse “sim”, todos os detalhes. Mas o Vampiro é o maior criança e ele não fez quase nada, ficou de beijinho, papai e mamãe pronto. Foi zoado a tarde toda.
Deixei para agora mas é claro que rolaram perguntas sobre mim. Jogo da verdade é para ouvir a pessoa dizer com a própria boca. Queriam me ver e ouvir dizer se eu sou gay ou bi, quando é que eu tinha me descoberto, se eu ficava com um menino do terceiro ano chamado Dagoberto (a resposta é não, porque não fico com bichinha pintosa), se eu já tinha dado e comido, se eu já tinha ficado alguma vez com menina, essas coisas todas. Acho que me saí bem, não tenho nada a esconder. Fiz 16 anos no mês passado e praticamente sempre soube que gostava de menino e não de menina, mas não dou pinta nenhuma (só de brincadeira, como e fiz agora a pouco e, claro, no meu diário) e sou super discreto quando estou a fim de alguém. Fico sempre que posso com os meninos mais bonitos que eu encontro mas eu sei que isso não é a coisa mais importante da vida. Isso tudo eu fui dizendo no jogo e todo mundo respeitou sem zoar. Me zoaram bem menos que o Vampiro! Só teve uma hora que eu fiquei todo vermelho porque perguntaram ao Plínio o que ele estava fazendo comigo sozinho em Cabo Frio. Ele também ficou roxo mas se saiu super bem, brincando que a gente tinha se atrasado porque tinha ficado dando uns beijos. Os meninos cairam em cima dele e as meninas me chamaram de sortudo de ficar com um gato daquele! O jogo rolou legal, todo mundo teve que responder coisas cabeludérrimas e é isso que torna a gente mais amigo. Lá para as 11h o Plínio quis ir embora porque na quinta a galera onde ele ia ficar ia fazer não sei o que muito cedo, então a gente se despediu, combinou de se encontrar na quinta à noite na rua embaixo do prédio e saiu. Voltamos conversando sobre o jogo e como às vezes uma turma super legal se forma na escola, mas como isso é raro também. Chegando em casa, fomos direto escovar os dentes, conversamos um pouco com duas tias minhas que estavam indo dormir e também fomos para a cama.
Antes de fechar os olhos, agradeci porque o Plínio tinha sido legal com as perguntas dele no jogo da verdade. Ele sorriu, disse que não era nada e virou para o outro lado para começar a dormir. Mas a minha cabecinha começou a trabalhar, claro, é sempre assim. Fiquei lembrando de como ele tinha se comportado, como ele tinha ficado todo vermelhinho na hora de falar da gente, como isso tinha nos deixado meio cúmplices um do outro, etc., etc. Resumindo: fui ficando apaixonado pelo Plínio (isso sempre me acontece, já estou acostumado). Quando ele virava para mim com aquele rosto lindo eu tinha vontade de dar um beijo e ficar abraçadinho até a noite acabar. Aí tive uma idéia. Assim que ele virou de costas, fui bem para o meio da cama, virei de costas e esperei ele virar de novo. No mínimo a gente ia ficar pertinho um do outro. Tiro e queda: dez minutos depois ele virou e ficou tão perto que eu podia sentir o calor do corpo dele. Que é que eu fiz? Fui me empurrando devagarinho para trás, até ficar praticamente todo encostado nele; só os braços dele atrapalhavam porque estavam encolhidos contra o corpo me impedindo de ir mais para trás. Mas eu consegui ficar encaixadinho nele, sentindo os joelhos dele contra as minhas pernas. Ele não parecia ter sentido nada, ficamos assim por uns bons minutos até que ele se mexeu e ficou coladinho em mim. Aí me empinei ao máximo até sentir que a cintura dele estava bem na direção do meu bumbum. Logo comecei a sentir tudo esquentando ali e ele deve ter sentido também porque, de repente, ele colocou a mão na minha cintura. Fiquei me perguntando se ele tinha acordado e esperei imóvel. Aí comecei a sentir que ele estava se aproximando milímetro por milímetro. Ele fez isso até começar a fazer movimentos que quase não dava para perceber. Senti que a mala estava pronta! Isso me fez ter certeza de que ele tinha acordado com o calor do meu corpo contra o dele e estava excitado de se sentir encostado no meu bumbum. Eu pensei na hora: “ele é hétero, não posso acordar senão ele vai parar”. Aí comecei a respirar forte e fingi que estava dormino um sono cada vez mais profundo. Isso deu ao Plínio toda a liberdade.
Eu estava doido para dar para ele. Continuávamos de lado, ele se esfregava devagarinho em mim, com a mão pousada no meu osso da cintura, sem me agarrar para não me acordar. Eu fingia que me ajeitava e chegava cada vez mais para junto dele, sentindo tudo duro e o calor intenso. Claro que isso não bastava, o Plínio começou a se livrar do lençol até que ficamos os dois colados no meio da cama, cobertos apenas pelo meu short e a cueca dele. Percebi que ele estava completamente desperto; devia estar arquitetando planos para encostar diretamente no meu corpo sem me acordar. Mas era difícil, quase impossível fazer isso. Então resolvi ajudar. Me virei olhando para o teto e deixei as costas da minha mão esquerda totalmente encostada no pinto duro dele. De vez em quando eu abria rapidinho os olhos só para ver a cena. Ele ficou de lado, apoiado no cotovelo direito, abriu a cueca e deixou o pinto todo duro ficar encostando na minha mão. Eu parecia estar dormindo como uma pedra, então ele levantou minha mão e botou direto em cima do pau dele, que estava apontando para frente. Deixei a mão bem mole e fiquei meio que segurando no pau dele mesmo. Fiquei um tempão assim, sentindo o pau dele pulsar e ir para cima e para baixo. Era bem grande e grosso e estava muito duro. Aí tive uma idéia. Tornei a virar para a direita, de costas para o Plínio, e comecei a coçar o bumbum, fazendo o short frouxo e a cueca descerem bastante. Ele pegou a isca: quando o short desceu ao máximo, ele segurou pelo elástico. Aí eu me ajeitei subindo um pouco na cama e senti que short e cueca, os dois velhos e muito frouxos, tinham descido e ficado logo abaixo do meu bumbum. Plínio parou um tempinho para se certificar de que eu não ia puxar tudo para cima e, uns minutos depois, senti o pau dele contra o meu rego, bem de levinho. Ele deve ter ficado doido nessa hora, mas sem saber como continuar; a cabeça dele devia estar a mil – a minha estava! De lado não dava para fazer mais nada sem me acordar. Aí virei de bruços e, encolhendo um pouco as pernas para curvar bem as costas, deixei ele ver minha bunda toda empinadinha. Logo senti uma a mão quente envolver o gomo direito e fingi uns roncos para ele pensar que isso estava fazendo meu sono se aprofundar. Minha mão ficou de novo do lado do corpo, dessa vez com a palma para cima, então ele colocou o pau dentro dela, eu fechei um pouco e ele ficou mexendo para me fazer masturbá-lo de leve. Ele ficou assim um tempão, devia estar pensando em alguma maneira de continuar fazendo coisas mas é claro que não tinha muita coisa a fazer sem me acordar. Então ficamos lá, eu com o pau dele na mão e ele com a mão na minha bunda.
Meu pinto também estava muito duro e eu adoro que mexam nele. Mas eu não tinha muita esperança que o Plínio pegasse nele, claro. Mesmo assim tentei. Só não podia ser duro porque ele iria desconfiar. Deixei amolecer até aquele ponto em que fica amolecido mas não frouxo, virei para ele, me estiquei bem e, como estava com tudo de fora, fiquei com o pau virado para ele, como ele tinha feito comigo. No início ele não fez nada, deve ter ficado olhando para mim (eu não podia abrir os olhos porque estava com o rosto a um palmo dele), talvez até para o meu pinto, para ver como era o pinto de um carinha gay. O meu é 100% normal, mede 15cm quando está duro e é bem gordinho, adoro sentir ereção e adoro me masturbar e ser masturbado, chupar e ser chupado. Vocês já estão adivinhando que o Plínio não fez grande coisa, mas que encostou, encostou! Ele colocou a mão bem embaixo do meu pinto e deixou ele lá, o “belo adormecido” tocando nas costas da mão e nos dedos. Eu estava fazendo tudo para não ficar de pau duro, senão ele podia acordar, mas começou a ficar difícil e me virei de novo de bruços de bundinha bem empinada, meio virada para ele.
Foi então que aconteceu um lance inesquecível. O Plínio deve ter começado a ficar doido e resolveu se fazer uma loucura. Isso tudo eu vi porque tinha virado o rosto para ele. Apertando os olhos, comecei a ver seu corpo se arrastando para cima até que o pau ficou bem na minha frente. Plínio devia estar quase todo encostado na cabeceira da cama, de lado, numa posição super desconfortável, com a perna direita toda esticada na cama, a esquerda fazendo um 4 e a cintura toda para frente para fazer o pau ficar pertinho do meu rosto. Olha o que ele fez: pegou uma ponta de lençol e limpou o pau todinho; aí ele chegou pertinho de mim e, segurando o pau com a mão esquerda, encostou a cabeça na minha boca! AAAAAAiiiiiiiiiii! Eu gritava de alegria por dentro! Claro que deixei a boca entreaberta e fingi que dormia a sono solto. Então ele começou lentamente a empurrar o pau na minha boca. Estava que nem pedra, forçando meus lábios e batendo contra meus dentes, então resolvi me mexer de novo e botar a mão diretamente em cima dele, ficando atravessada no tronco. Como se fosse um reflexo, fui fechando a mão e segurei o pau bem de levinho, com o polegar por baixo e, como se fosse um dedo, chupei, chupei como um bebê. Plínio tem o pau bem longo: eu o peguei pelo o tronco e ainda sobrava um bom pedaço fora da boca. Vocês conseguem visualizar a cena? Eu de bruços, bunda empinada. Plínio lá em cima, todo torto virado de lado, eu de olho fechado, fingindo que estou dormindo com o pau dele na mão e chupando a cabecinha. Delírio! Eu não podia aplicar nenhuma das minhas “técnicas” para não despertar suspeitas, então fiquei só com aquilo na boca, dando uma chupadinha de vez em quando, que nem quando a gente chupa pirulito.
Mas o Plínio foi ficando nervoso e começou a tentar enfiar tudo na minha boca. Era hora de acordar! Abri os olhos, parei de chupar e fiquei paradinho olhando ora para o pau na minha boca ora direto para os olhos do Plínio. Agora só repetindo o que ele disse. Ele ficou de quatro na cama e começou a falar rápido: “Cara, desculpa! não sei como é que isso foi acontecer mas teve uma hora que você começou a se coçar e eu vi a tua bunda empinada para cima e fui ficando maluco com aquilo. Você sabe que eu não sou gay, nunca zoei você, não estou sendo sacana mas tô doido, por isso eu fiz isso, não sei mais como te explicar!” Tudo isso ele disse de uma vez só e, sem me deixar responder, passou para cima do meu corpo e começou a me sarrar, com o pau deitado no meu rego e mexendo como se estivesse me comendo. Eu estava cheio de tesão e doido para que aquilo acontecesse, tinha adorado chupar o pau dele e queria mais, muito mais, queria que ele me comesse todo, queria ser dele por aquela noite e quando ele quisesse. Na verdade, depois das horas que passamos juntos, eu estava apaixonado por ele, faria tudo o que ele pedisse. Então eu só disse duas palavras, quase gemendo: “Me come, vai.”
Estava tudo pronto para isso. Plínio só precisou da minha ajuda com a mão para encostar a cabeça bem no cuzinho e eu fui dizendo o resto. Ele ficou um tempinho massageando o buraquinho com a cabeça do pau, entrando e saindo bem de leve, aí quando foi sentindo que a cabeça ia entrando mais e mais aumentou o peso do corpo e, quando eu estava bem acostumado com a grossura, empinei ao máximo a bunda e disse para ele deixar o resto deslizar para dentro. Ele estava tão molhado que deslizou mesmo, até o saco. O pau dele estava duro que nem aço e super quente. Nem precisei dizer o que fazer quando tudo entrou. Ele travou na minha cintura com as mãos e começou a entrar e sair com toda a força. Eu estava com tanto tesão que eu olhava para trás para tentar vero que estava acontecendo e como estava o rosto dele. Plínio estava com uma cara de prazer, mal acreditando que aquilo estivesse acontecendo com ele. Depois ele me contou que ainda era meio virgem, que não tinha feito quase nada com menina e que a primeira transa dele tinha sido super sem jeito porque ele tinha errado direto o buraco e tinha sido foda para entrar tudo, a menina tinha ficado puta, coisa e tal. Então, comigo ele estava meio que recuperando o que não tinha rolado legal. E estava mandando super bem! O pau dele saia quase todo do meu cu e ele conseguia voltar para dentro de uma vez só. Eu me agarrava no lençol e mordia fronha de tanto tesão! A gente conseguiu coordenar os movimento e quando ele vinha eu empinava a bunda, quando ele saía eu baixava. Teve uma hora que ele ficou praticamente montado nas minhas costas, com o pau quase vertical, como se fosse um bate estaca. Plínio é grande e eu me senti sendo quase arrombado; meu cu nem tinha tempo de voltar ao normal que ele já vinha de novo e metia tudo. Ele aguentou um tempão bombando assim, depois deitou completamente por cima de mim e ficou metendo todo colado como eu adoro. Nessa posição dá para sentir o pau duro todinho na gente e, como o corpo fica todo deitado na cama, aproveitei para mexer e gozar também. Queria que tivesse sido na mão dele mas não tive coragem de pedir dessa vez. De repente ele começou a acelerar, eu levantei um pouco a bunda e ele, me agarrando com toda a força pela cintura, entrou umas dez vezes até o fundo. Ele estava gozando como um cavalo! Senti a inundação pela porra quente e o pau deslizar fácil para frente e para trás. Ainda deu tempo de eu segurar meu pau e bater uma punheta enquanto ele ia parando. Gozei pela segunda vez com o pau dele ainda todo grosso enfiado até o talo na minha bundinha. Passei o braço por baixo do corpo e massageei o saco do Plínio, que estava durinho, apertando levemente as bolas até ele fazer um “ai porra!” e rir. Essa era uma das partes que eu mais gostava: ele ainda dentro de mim, o peso em cima do meu corpo, o pau começando a amolecer, grosso, todo molhado, preenchendo meu cuzinho encharcado de suor e de porra. Essa sensação me leva à loucura. Eu fico mexendo a bunda bem devagarinho, sentindo o diâmetro do meu cuzinho dilatado pela pica gorda e molhada. Plínio ficou dentro de mim um tempão, se recuperando e sonhando com tudo o que a gente tinha feito. Quando o pau dele amoleceu e escorregou para fora de mim ele se levantou, recolocou só a cueca e foi de mansinho ao banheiro. Enquanto eu esperava, fiquei na mesma posição, de bunda para cima, pernas bem abertas, sentindo meu cuzinho latejando e voltando lentamente ao normal. Eu já estava pensando na próxima vez, mas ainda não sei se vai haver próxima vez. Plínio foi para a casa dos amigos e não nos encontramos na frente do prédio do Quack. Agora só vamos nos ver na escola, segunda-feira. Para mim está tudo bem, espero que para ele também. Ele foi tão legal até agora, não precisava me decepcionar. Hoje é sábado, estou aqui no quartinho e a única coisa que me diz que tudo foi verdade é o lençol que eu sujei de gozo. O que eu mais queria no mundo era encontrar o Plínio num super alto astral e falar de tudo isso na boa.