Mariana é amiga da minha mulher. Desde que a conheci, que tenho uma tesão enorme por ela. É inteligente, bonita, meiga, enfim, uma Mulher a sério. A sucessão de relações mal sucedidas que teve alimentaram ainda mais o meu desejo por ela, por saber que estará carente. Recentemente, decidiu fazer uma cirurgia e aumentar o peito. Ficou ainda melhor, uma autêntica bomba. E passou a atormentar-me com aqueles decotes abertos, exibindo orgulhosa o rego no meio dos seios. Um dia, a minha mulher estava fora em trabalho, e eu passei à porta da casa da Mariana. Hesitei entre tocar à campainha ou não. Optei por tocar. Ouvi a voz dela e tremia todo por dentro, num misto de excitação e de nervosismo. A brincar, perguntou se estava perdido.
Disse que não, que tinha pensado em ver se queria jantar, pois a Maria estava fora. - Sim, quero, mas estava para ir tomar banho. Queres subir e esperas um pouco? Assim fiz. Abriu-me a porta enrolada numa toalha de banho. A ideia que debaixo estaria nua, excitou-me imenso. O sorriso dela e o comentário de surpresa por estar ali aquela hora a meio da semana soou-me familiar e aconchegante de tal forma que ao cumprimentarmo-nos, beijei-a na boca com um beijo leve. - Então? Ai ai ai.. - Desculpa! Foi sem querer. Senti que estava a chegar a casa. Sinto-me bem contigo... Pareceu-me que aquela desculpa a tocou, porque deixou passar a coisa assim mesmo. - Vou tomar um duche rápido e já volto. Fica à vontade. - OK. Se precisares que te vá esfregar as costas, é só chamar! - brinquei eu. - Sim, sim... eu sei disso. - E desapareceu no corredor a caminho da casa de banho. Quando comecei a ouvir a água a correr, não aguentei. Deixei a televisão ligada e fui espreitá-la. Estava já despida na cabine, segurava o chveiro com uma mão a molhar o peito e ombros e com a outra, masturbava-se. Eu nem queria acreditar naquilo. E de porta entre-aberta!! O meu pau estava retesado e duro como nunca. Nisto, ela chama por mim.
Confesso que fiquei sem saber o que fazia; se respondesse, denunciava-me. Mas tinha de responder. - Estás aí? - Estou! respondi. E entrei na casa de banho. Ela parou de se tocar, mas não mostrou vergonha. Pelo contrário, olhava para mim com um ar quase desesperado e percebi que me queria. Muito. Despi-me e entrei na cabine com ela. Beijámo-nos intensamente. Sentia o peito dela contra o meu, os bicos duros a apontar na direcção do meu peito. As mihas mãos queriam abarcar todo o seu corpo perfeito de uma só vez e não paravam de percorrer a sua pele macia. Demorei-me um pouco mais nas nádegas dela. Também são perfeitas. E macias. Ela ajeitou-se, empinando mais as nádegas, abrindo-as para eu poder tocar-lhe. Entretanto, ela já me agarrava o pau e esfregava lentamente, mas a apertar com força. Encostou a boca ao meu ouvido e sussurrou: Quero-te dentro de mim! Não aguento mais este desejo. Pode ser errado, mas quero que faças amor comigo. Olhei para ela, sorri e disse-lhe que a desejava há anos e nunca tinha tido coragem para lhe dizer. Resposta dela: Tanto tempo perdido. E sorriu. Agarrando-me o pau, afastou-se um pouco, ajoelhou-se e beijou-o. Depois lambeu-me da base à ponta, fazendo pequenos círculos com a lingua mesmo na pontinha. Aquilo deixou-me ainda mais doido e a cabeçorra estava já vermelha de tanta tesão. Abocanhou-me todo e foi-me engolindo devagarinho. Até me fazer desaparecer dentro da sua boca.
Eu pude sentir a cabeça a tocar na garganta dela, o que me fez delirar. Pôs-se de pé e voltou-se de costas para mim, apoiando as mãos na parede do duche, abrindo as pernas e nádegas e empinando ligeiramente o rabo para cima. Exibia-me agora o seu grelo totalmente rapadinho. Os lábios estavam visivelmente inchados e bastou encostar a cabeça do meu pau para começar a menear e a roçar-se para a Frente e para trás. De repente, parou e recuou na minha direcção, fazendo-me enterrar todo na ratinha dela. O calor daquela ratinha molhada, o apertadinha que estava nunca mais irá desaparecer da minha memória. Começou num vai-vem ritmado que eu acompanhava, e que fazia um som delicioso quando as nadegas dela batiam nas minhas virinhas e barriga. Os nossos corpos molhados pelo chuveiro roçavam um no outro e o toque era macio. O som de chapinhar pele com pele era extremamente excitante. As minhas mãos percorriam desde as coxas dela, às naldegas, onde dava um tapinha de vez em quando e olhava para baixo, vendo o bacamarte a enterrar-se naquele rego gostoso. Ou então, subia até às novas mamas dela, agora volumosas e que mal me cabiam nas mãos. - Aperta-me mais. Não tenhas medo que não estragas - disse ela, meio a sorrir.
Assim fiz e ainda tentei melhorar, ao concentrar-me nos bicos, apertando-os suavemente com dois dedos. Alterna esse toque com outro mais amplo, como se a estivesse a ordenhar, da base do peito até à ponta. - AHHH! Sinto-me tão puta. Estou tão excitada. Dá-me com mais força. Enterra o caralho todo em mim. Aquilo era a deixa para um orgasmo estrondoso. Aumentei o ritmo dos movimentos e a força aplicada a cada momento. O som da bunda dela a bater em mim era agora mais sonoro e ela gemia de prazer. Voltava a cara para tras para olhar para mim várias vezes e podia ver que estava vermelha e a transpirar, mesmo debaixo do chuveiro. Estivemos naquilo, entre pára-arranca, acelera-desacelera, vai-vem um-dois, vai-vem um-um-dois; até que foi impossível de aguentar mais. - Aii... tão bom. Anda, vem. Diz "fode-me". - Anda fodilhona. Abre essa coninha para me vir todo dentro de ti! Aquelas palavras foram a chispa que pegou fogo. Senti que ela estava a começar a entrar no orgasmo pelos movimentos dela e pelos som que emitia. Vi que a pele do rabo e das costas se arrepiou toda e foi quando ela disse - Estou-me a vir! Estou-me a vir! Anda comigo. Enche-me.
Agarrei-a pela cintura, olhei bem para aquele rabo e puxei-a ainda mais para mim. Tive um orgasmo comprido e uma quantidade de ejaculação acima do que era normal. Fiquei dentro dela uns momentos, enquanto recuperávamos o fôlego, e sentia-a a escorrer. - És como sempre sonhei que fosses - disse ela, quebrando o silêncio. Naquele momento estava carinhoso e afectuoso com aquela fêmea linda que tinha acabado de fecundar. Para todos os efeitos, é o que as nossas hormonas dizem ao nosso cérebro e a "doida" de minutos atras desvanece-se e aparece uma mulher pela qual é fácil apaixonarmo-nos. Acabámos de tomar banho entre muitos beijos e carinhos e fomos jantar. Foi um jantar romântico, sim, foi. E desde então, nunca mais estivemos assim juntos. Mas que marcou, marcou.