Estou com 19 anos, meu nome é Clara e descobri uma coisa há pouco tempo. Eu já desconfiava, mas não tinha certeza. Sou nadadora, tenho um corpo perfeito, mas nem sempre a água da piscina do clube está aquecida, o que faz com que eu tenha constantes irritações na garganta. Mora com minha mãe, Patrícia, viúva e muito rica e meu irmão Sérgio. Peguei uma inflamação de garganta que me colocou fora de combate, mas a mãe encarrregou-se de chamar o Dr. Eduardo, médico conhecido nosso desde que eu era pequena.
Ele me examinou, viu que o problema não era grave e nem antibiótico receitou. Apenas mandou eu descansar, alimentar-me bem e fazer um gargarejo com um remédio que esqueci o nome. Minha mãe assistia tudo, quieta, com um sua roupa de ginástica, pois ela havia voltado da academia onde mantinha um corpo de fazer inveja a muita garota. Pernas, cintura quadril, todos na medida certa, além de bumbum duríssimo, que aparecia na roupa que usava.
Isto sem falar no seu rosto, perfeito e lindo. O que marcava esta beleza era a formação perfeita dos ossos, queixo muito bem colocado, olhos e boca que mais parecem escultura. Terminado o exame, ela foi tomar banho enquanto eu conversava com o Dr. Eduardo. Ele estava me orientando sobre a melhor forma do meu treinamento, pois tinha sido nadador também. Não demorou muito e a mãe apareceu, com um roupão de banho fino, pedindo desculpas por não ter tido tempo de se vestir. Conversou um pouco conosco e foi para o seu quarto, dizendo que ia ficar apresentável. Eu percebi que houve uma sugestiva troca de olhares entre ela e o médico, fato que já havia desconfiado antes.
Mas fiquei na minha, deitada. O Dr. Eduardo deu uma de sede, pediu permissão para tomar água e saiu do meu quarto. Mesmo fraca, sabia para onde ele deveria estar se dirigindo. Mesmo sem muita força, segui o médico, que era jovem e muito bonito. Eu já havia notado como ele olhava para a minha mãe, com desejo. Não deu outra. Ele estava no quarto dela, conversando e cada vez mais próximo da minha mãe, que estava reclamando da antiga forma e corpo que tinha.
Eduardo não teve a menor cerimônia, dizendo a minha mãe: “mas você esta perfeita, Patrícia. Com licença, só há um meio de avaliar isso”, e sem a menor cerimônia abriu a parte superior do roupão dela, pegando seu seio direito. “O que é isto, Dr. Eduardo? Sou uma mulher séria, o senhor sabe. E minha filha pode ver. O quê vai pensar?”. Ele não se incomodou e continuou segurando e apalpando firme seu seio. Eu estava vendo tudo! Mamãe continuava a protestar, mas não tomava nenhuma atitude que impedisse o médico em acariciar seus seios. “Você está tão nova quanto sua filha”, disse ele. Seios perfeitos, duros, não mostram envelhecimento”, falou enquanto continuava a apertar os seios e já começava a fazer carinho nos biquinhos, que estavam duros.
Ela estava protestando ainda, mas visivelmente excitada. Não imaginavam que eu via tudo pela fresta da porta. “Vamos examinar o resto, Patrícia”, e abriu o roupão da minha mãe, que estava totalmente nua e linda. Fingiu mais uma vez uma reação, dizendo que o doutor parasse com aquilo, mas seus olhos não enganavam ninguém, e ele já havia percebido isso tinha tempo... Pegou a cintura fina da minha mãe, segurou par valer e deu um beijo na boca da mulher nua que continuava protestando “pare com isso, doutor Eduardo”, mas abria a boca par ser beijada e cada vez mais aproximava seu corpo ao do médico, que já estava sem camisa. Ele colocou minha mãe na cama, nuazinha, e começou a tirar o resto da roupa.
Mamãe continuava: “minha filha pode ver, pára com isso”. Imaginem, toda nua numa cama, vendo um homem tirar a roupa e dizer isso. Estava louca para ser comida, e quando Eduardo estava sem uma peça de roupa, pude ver como tinha um pau duro e grande. Fiquei muito excitada, mas a mãe estava hipnotizada com o que sabia o que aconteceria. Eduardo atirou-se na cama e em poço tempo estava agarrado ao belo corpo da minha mãe, que já não protestava mais.
Estavam como dois desesperados, suas bocas beijando-se, e Eduardo foi muito macho. Beijou e chupou os seios da minha mãe, que suspirava e se contorcia, retribuindo com carinhos nas suas costas e beijos. Ele desceu, chegou na bocetinha e deu um longo beijo, dizendo “esta é a sua verdadeira boca”. Beijou, mordeu os lábios da xaninha de mamãe, que estava em estase. Não agüentando o carinho, gozou a primeira vez, e rapidamente procurou o pau de Eduardo. Embora bem avantajado, engoliu o caralho todo, chupando feito uma doida. “Nunca fiz isso com homem algum, Eduardo”, falou quando rapidamente tirou a boca do pau que mamava.
Eduardo não deu atenção nenhuma, colocou a mãe numa posição onde ela estava completamente aberta par receber seu membro. Pernas levantadas acima do normal, encostando-se ao seu ombro, ele beijou a boca da mãe e entrou de uma só vez na bocetinha que ardia pedindo para ser penetrada. Eu comecei uma masturbação furiosa, vendo a cena. O pau de Eduardo sumira dentro da minha mãe, que gemia e rebolava furiosamente. “Puta gostosa, você sempre me atraiu, vou esporrar muito aqui dentro” ele fava enquanto furiosamente estava fodendo minha mãe, que gozava forte, seguidamente. Por três vezes eu vi ela gozar, agarrando-se no médico e uivando de prazer. “Querido, posso ficar grávida, sei que você vai esporrar muito.
Bota na minha bundinha, eu gozo fácil”, pediu. E foi logo ficando de pernas mais abertas ainda, queria ser penetrada no cuzinho pela frente, posição que eu adoro! O esperto Eduardo tirou o pau da xaninha, sabia que podia engravidar a mãe e rápido enfiou quase tudo no cuzinho dela, que não ofereceu muita resistência, o caralho estava molhado da bucetinha. “Vai, putinha.
Engole meu pau todo”, e nem precisava falar, pois em poço tempo já havia desaparecido, o cuzinho havia chupado ele todo... Enquanto Eduardo fodia forte, e minha mãe gozava como uma louca, eu estava à beira de ter um troço, de tanto me masturbar. Eduardo não agüentou muito vendo minha mãe gozar. Olhando firme para ela, falou em tom muito baixo e excitado “ vou gozar, vou esporrar este cuzinho maravilhoso”. E não de outra, num berro duplo, ele e minha mãe gozaram feito tarados. Eu prometi a mim mesma que seria sua próxima “vítima”, enquanto gozava pela quarta vez. Ficaram quietos, abraçados, mas eu pude ver que saia do cuzinho da mãe uma grande quantidade de porra. “Agora vai ser a minha vez, e não pode demorar”, pensei ansiosa.
Era só aguardar a oportunidade, enquanto Patrícia (eu a chamava assim de vez em quando) e Eduardo estavam tão agarrados que não se podia saber quem era um ou outro.