Vim aqui para relembrar uma transa muito gostosa que tive com meu irmão. Hoje, estou com 38 anos, e ele tem, apenas, 22. Mas como tamanho não é documento, eu transei com ele mesmo assim, até porque eu estava na curiosidade para saber se aquele garotinho que eu vi nascer e crescer sabia fazer sexo que prestasse. Como relatei ante, sou ruiva, pele branquinha, 54 kg, alta, seios médios e bumbuns maravilhosos. Alex chegou em casa, muito triste, pois ele tinha flagrado sua namorada com outro homem na cama, e ela jurava para ele que era santinha e virgem, o que lhe deu mais raiva.
Eu fui consolá-lo naquela tarde de verão. Estava com uma saia e uma camiseta, por causa do calor e ele com uma roupa bem simples. Até que parou de falar na sua ex e olhou fixamente nos meus olhos, como se quisesse algo além do que um consolo de mim. Até que me agarrou e eu assustada, sem entender absolutamente nada do que estava acontecendo ali, eu fiquei paralisada, enquanto ele falava o quanto ele sempre me quis, o quanto ele sempre se masturbou para mim, o quanto ele me espionava no banho... Enfim, ele declarou-se sexualmente para mim, e propôs que eu o ajudasse a se vingar da namorada dele e do meu namorado, ambos haviam nos traídos.
Disse a ele que era meu irmão e que papai e mamãe não gostariam daquela história. Ele me soltou e tirou sua camisa, mostrando-me o seu músculo que eu nunca vira antes. Enfim, achei o corpo daquele homem sensacional. Todo ‘bem trabalhado’, e tudo aquilo ali me excitava, apesar de eu negar no começo. A partir daquele momento que ele tirou a blusa, e falou ‘quem disse que eles precisam ficar sabendo?’ o clima começou a esquentar bastante. Veio em minha direção e segurou no meu braço falando que acabara de perceber o quanto eu me mostrei surpresa e excitada quando ele tirou a blusa. Apesar de estar me machucando, eu gostei de vê sua reação. Disse para ele me soltar, pois estava me machucando, e ele me soltou. Fui andando para o quarto dele sem querer, querendo, e comecei de novo um sermão: Não, sou bem mais velha que você, além do mais você é meu irmão. Parei na porta do quarto e me apoiei-me. Dei um suspiro alto como quem diz ‘não, você é um garotinho, mas me excita’.
Até que ele me agarrou e me deu um beijo de língua, bem duradouro, bem dado e bem gostoso. Amei sentir o seu corpo grudado ao meu enquanto nos beijamos. Afastei-me, entrei em seu quarto, tirei minha blusa e fiquei só de saia. Não estava de sutiã, pois estava muito calor, e falei: ‘você quer? Eu também. Mostre-me do que é capaz’. Ele veio com um ar superior a mim, me arremessou a cama e começou a beijar minha perna, fui subindo até a minha coxa. Chegou na virilha, ele falou que eu tinha cheiro de cadela no cio. Arrancou minha calcinha e começou a beijar minha xana, acaricia-lá e lambê-lá. Aos poucos ia metendo sua língua na minha bucetinha.
A cada milímetro que ele enfiava mais e mais a sua língua dentro dela, eu percebia que meu irmão já não era mais um rapaz, mas sim um homem, muito bem formado. Avisei que ia gozar e ele continuou com a boquinha lá, engolindo cada gota do meu prazer. Tirou minha saia e foi subindo, beijando minha barriga. Chegando aos meus seios, ele começou a mordiscar de leve meu bico, durinho. Depois foi beijando e os mamando. Subindo um pouco mais, deu um chupão no meu pescoço, até que eu consegui o driblar e colocar na posição de baixo. Quem estava no comando agora era eu. Comecei a sugar aquela boca maléfica e deliciosa. Fui descendo minha boquinha, beijando cada parte do seu corpo.
Com a mão em cima de seu pênis já duro, fui deslizando minha boca por todo seu corpo mostrando que eu queria mais. Chegada no seu brinquedo abaixei o zíper de sua calça bem devagar, até o ponto que vi que se eu não tirasse sua cueca logo, seria capaz de seu pau a rasga-lá. Impressionei-me com o tamanho daquele cacete. Sua cabeça pussava de tanta excitação. Dei uma lambidinha rápida naquela cabecinha. Cheguei até a ‘base’ e fui lambendo dela até a cabeça. Dei uma passada rápida daquele cacete entre meus seios. Agora eu brincava com suas bolas. Hora chupava hora as beijava e em outras, as lambia. Comecei chupando aquele pau, de pouquinho em pouquinho, eu ia colocando-o todo dentro de minha boca. Fiz vai-e-vem. Engoli e ele gozou. Engoli seu gozo. Depois trocamos de posição. Ele me colocou de quatro. Ia metendo a sua lingüinha dentro do meu cuzinho, e ao mesmo tempo, masturbando-me. Na hora do meu gozo, ele o engoliu todo, aproveitando para dá uma rapidinha rápida. Ele ajoelhou-se e começou a roçar aquela cabecinha na entrada do meu rabo. Era uma mistura de dor com excitação. Uma sensação maravilhosa que ele me dera o prazer de explorar. Fez um vai-e-vem, de começo fraco, depois foi ficando cada vez mais forte. Eu gemia demais. Ele continuara com seu dedo na minha buceta. De vez em quando dava leves tapinhas na minha bunda. Disse que gozaria.
Gozou e muito. Sua porra escorria pelo meu cu. Me virei e fiquei de pernas abertas. Ele veio metendo aquele cacete de uma vez. Fez um vai-e-vem demorado e gostoso. E dessa vez, metia dois dedinhos no meu rabinho. Quando ele ia colocar o terceiro, gozamos. Nossas gozadas escorreram. Passe a mão na minha bucetinha e meti dois dedinhos meus. Eu bati uma punheta de leve. Rápida. Depois, caímos exaustos e adormecemos, mas antes de dormirmos eu perguntei onde ele tinha aprendido a fazer uma mulher ir às nuvens com um jovem rapaz, e a única coisa que ele me respondeu foi: ‘Prática’.
Depois daquela transa maravilhosa, descobri que meu irmão só tem de inocente o seu rostinho de bebê, porquê o resto, é de homem.
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