ganha um iphone
   | Início »» Contos Adultos » Enrabado Por Três Que Delicia 7 de Janeiro de 2009 

 

Contos Eróticos
Última actualização em 7 de Janeiro de 2009
Hoje no contos eróticos do fode-me há contos. Para outros conteúdos porno, visita a página inicial.
Adicionar aos Favoritos   O Fode-me como página inicial   Enviar E-Mail   RSS: Actualizações do Fode-me


Canal Contos Eróticos
Mais Recentes
Mais Votados
Mais Lidos


Categorias
Todos os Contos
Contos Eroticos
Lésbicas
Hetero
Gay
Infidelidades
Orgias
Incesto


Contos Adultos: Enrabado Por Três Que Delicia



Data de Entrada Leituras Tags Votação
2008-07-07 06:35:22 3046 vezes Pica
Gay
Orgia
Irmaos
3
Avalia este conto:
4 votos


Enrabado Por Três Que Delicia

Oi galera! Voltei para contar mais uma aventura maravilhosa que tive, depois de descobrir o prazer atrás. Após minha irmã saber de tudo, eu me aproximei muito dela e de suas amigas. Recebi muito apoio, mas ao confessar aos meus pais minha homossexualidade, eles não aceitaram a idéia e acabei morando na casa da Vanessa, garota bem sucedida, amiga da minha irmã, a qual vivia sozinha. Fizemos uma amizade gostosa e ela muito liberal, até me ajudava a me vestir melhor e mais bonita. Começava a me sentir linda, sempre com calcinhas de rendinha e roupinhas muito ousadas. Tomava a cada dia, mais coragem para sair à rua vestida como eu me sentia bem: uma menininha.



No ano de 1999, minha irmã e a Vanessa tiveram a idéia de passar o final de ano em um sítio e me convidaram para viajar com elas. Seria bom para mim, rever minha vida e resfriar a cabeça. Assim, fomo para o interior de São Paulo em uma viagem muito gostosa. Como era fim de ano, o calor queimando as costas e eu me sentindo mais à vontade, por estar longe de São Paulo, resolvi me entregar ao que realmente sentia ser: uma menina. Quando chegamos, fomos recebidos por um homem muito forte, de pele escura, mãos calejadas, voz grave, rosto cansado e até educado. Era o Sr. João, o caseiro do sítio. Vestia apenas um short bem castigado e não resisti em olhar o seu corpo de cima a baixo, principalmente aquele volume entre as pernas, o que muito me impressionou.





Fomos para nossos quartos e logo na primeira oportunidade a Vanessa gracejou: - Hum, Ana, tua irmã gostou do peão... rs! Foi então que minha maninha me disse: - Cuidado Dani, sabe como é peão. Se ele te pega, te estupra e te arregaça todinha... rs. Aquelas palavras me excitaram e passei o dia imaginando com seria ser estuprada por aquele homem. Que delícia seria ser fodida por um macho de forma selvagem. Mas, três dias se passaram, nós curtíamos muito, até que na noite do terceiro dia me encorajei a passear à pelo sítio, que era enorme. As meninas forma contra, mas, mesmo assim, fui. Bem à frente, uns 100 metros, encontrei o Sr. João na frente de sua casa, fumando um cigarro de palha e tomando uma cachaça. Como eu estava a perigo, não demorei a me aproximar do meu desejado homem. Puxei conversa com o caseiro e descobri que ele tinha 48 anos e morava apenas com os dois filhos, o Antônio de 19 anos e o Gérson de 21.



Sua mulher o tinha deixado por causa de outro homem e ele vivia somente com os filhos, trabalhando como caseiro naquele sítio há pelo menos 6 anos. Experimentei a cachaça e como não era de beber, fiquei alegrinha logo. Como estava fazendo um friozinho, o Sr. João me convidou para entrar na sua casa, que era humilde, mas bem arrumadinha. Conheci seus dois filhos: Gérson, o mais velho era gordinho, mas muito bonito, porém, o mais novo, o Antônio era maravilhoso, corpo atlético e gostoso como do pai. Eu sabia que jamais deveria ter entrado naquela casa, com três homens sedentos como aqueles, ainda mais porque eu vestia um pijama curto (shortinho e camiseta leves como uma calcinha de renda rosa). Mas tudo bem, eu queria no fundo ser possuída por aqueles machos. Sentamos à mesa e Gérson ficou a o meu lado. Conversamos muito e a alegria, eu acho que por conta da cachaça, aumentava a cada instante. De repente, o Sr. João me olhou nos olhos e disse: - Você é bichinha né?



Eu me espantei, mas logo respondi: - Na verdade, eu me sinto uma mulher. Ele se aproximou de mim e novamente perguntou: - E o que uma menina como você faz a noite andando sozinha pelo sítio? O que a faz entrar na casa de três homens de madrugada? Não respondi nada. Levantei-me da cadeira, tentei sair da casa, mas fui impedida pelo Antônio que me agarrou com suas mãos enormes. – Você sabe o que a gente quer né bonequinha? Disse o Sr. João já desabotoando a calça e exibindo um pau enorme e cabeçudo para mim. Gérson e o irmão me fizeram ficar de joelhos e o Sr. João me mandou chupar seu pau. Como fiz menção de que não queria (eu estava com medo) ele me deu tapa no rosto e com sua voz grave ordenou novamente:



- Chupa sua putinha! Sei que queria isso! Não dá uma de tímida que eu te arrebento aqui mesmo. Acha que não percebi porque veio até aqui. Eu abri minha boquinha e engoli todo aquele pau enorme de uma vez. Senti minha boquinha preenchida, mas chupei com vontade. Ele ainda cheirava a macho, pois estava suado. Lambi a cabecinha, descia pelo seu pau e descia até as bolas. Os outros dois tiraram suas ferramentas das calças e me fizeram chupá-los também. O do Gérson era pequeno, mas bem grosso, porém, o Antonio seu irmão, tinha uma pica maior que do pai e bem grossa. Chupei o três por alguns instantes, quando um deles me levantou e tirou minha roupa. Fiquei só de calcinha e Sr. João que era bem forte me pegou no colo e me levou a um dos quartos. Jogou-me sobre a cama e me fez ficar de quatro. Puxou minha calcinha de lado e começou a lamber meu cuzinho. Então o Gérson ficou à minha frente e me deu outro tapão no rosto, depois começou a me chamar de putinha e a bater com o pau na minha cara. Eu quis chorar, mas logo ouvi:



– Vou gozar na tua boca sua puta! Enfiou o pau na minha boquinha e me fez chupar gostoso. Enquanto pai me chupava o cuzinho, eu chupava com sofreguidão o Gérson. Antônio tirou meu pau da calcinha e começou a me punhetar enquanto se punhetava. Eles começaram a se revezar nas brincadeiras, quando senti um geladinho lambuzando meu cuzinho. Era Antonio lambuzando meu anelzinho com creme. Estremeci... seria meu segundo pau na bundinha e tinha que começar logo pelo maior, eu pensava. Pensei em cair fora, disse que não queria, mas o Antonio me deu tapão na bunda e falou: - Cala a boca puta, empina a bunda que vou foder esse cu.



Vou te foder até você não poder sentar mais vagabunda! Nem havia terminado de falar, enterrou sua pica enorme no meu rabo. Doeu muito, senti suas mãos me pegando forte na cintura e só o que eu consegui dizer com minha voz de menina foi “Ai” que me arrancou lágrimas dos olhos. Quase desmaiei naquela pica, mas alguém me puxou pelos cabelos e o Sr. João enterrou sua pica dura na minha boca. O pai metia na minha boca, enquanto o filho na minha bundinha. Eu rebolava e sentindo meu cuzinho todo preenchido. Ele bombava com tanta força que parecia querer me rasgar por dentro. De repente tirou da minha bunda e o Sr. João veio por trás e enterrou seu cacete duro na minha bundinha que já doía muito. Outro pau invadiu meu cuzinho dolorido.



Era enorme também, mas eu estava tão arregaçadinha que o pau do Sr. João entrou fácil. Ele era mais forte que o filho e metia tão forte e gostoso que me fez gozar. Eu sentia seu pau no fundo do meu ânus. Chupava Antonio com gosto, quando Gérson me deu o seu pau também. Eu tentava chupar os dois e os irmãos tentavam colocar seus paus ao mesmo tempo na minha boquinha. Gérson saiu quando o pai tirou o cacetão da minha bundinha e me pegou com suas mãos grossas. – Vira vagabunda! Dizia com ar imponente. Me deitou sobre a cama de frente pra ele, abriu minhas pernas, colocando-as sobre seu corpo e na posição de franguinho assado, me olhou fundo nos olhos, posicionou a cabeça grossa do pau na minha portinha e me desafiava: – O meu é o mais grosso de todos! Vou te arregaçar sua puta! Quero ver se agüenta minha pica.Olhei nos olhos dele e ordenei: - Então mete como macho. Me fode se você homem de verdade.



Fala menos e me fode seu bicha. Gérson meteu de uma vez, com tanta força que me senti sendo rasgada por dentro. Apesar da dor, porque o pau dele era de fato muito grosso, eu olhava nos seus olhos. Parecia um animal feroz, metendo com vontade, enquanto o pai e o irmão se punhetavam ao meu lado. Eu gemia de dor e tesão desafiando aquela fera que cada vez me fodia com mais força. Eu realmente estava sendo fodida e o tesão era enorme. Acabei gozando sem tocar no meu pau. Gérson tirou o pau do meu cuzinho e gozou sobre meu corpo e meu pau já mole. Recebi jatos de esperma quente dos outros machos na minha carinha. Eles batiam com aquelas pica amolecidas na minha carinha e fazia chupar. Eu as deixei bem limpinhas.



Lembrei das meninas, eram umas 4 da manhã, vesti a calcinha e o pijaminha. O Sr. João me levou a casa onde elas dormiam. Quando finalmente me deitei na minha cama, minha irmã disse baixinho: - E aí putinha, nem vai sentar amanhã né. Não respondi e ouvi sua risadinha baixinha. Entretanto ela dizia a mais pura verdade. Meu cuzinho ainda doía e pulsava. Eu estava moída e fodida mesmo. Percebi que um cuzinho tinha até sangrado um pouco, mas eu estava satisfeita pelo prazer que obtive. Além disso, dormi meladinha de esperma. Minha irmã me disse que eu cheirava a porra..rsrsrs.

 

 

Contos Relacionados
Dupla penetracaoNão acredito2 Homens 1 noiteMeu irmãozinho e eu.

 

O Fode-me
Inicio
Contactos
Actualizações RSS
Termos & Condições
Política de Privacidade
Webmasters
No Telemóvel
Canais
Galerias de Sexo
Vídeos de Sexo
TV Fode-me
Fórum de Sexo
Revista Fode-me
Jogos Adultos
Contos Eróticos
Links de Sites
Webcams
Sex Shop
Zona de Humor
Outros Sites
Videos de Sexo
Peidos da Cona
Galerias do Ama-me
Sexo Gay
Famintas
Saúde Sexual
Top Sites
Prog. Afiliados
Início  -  Topo
© Copyright 2000-2009 Fode-me.com
RSS: Actualizações do Fode-me

 

SURF IN STYLE... THE SEX TRACKER!